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“Não foi agressão, foi atropelamento”: investigação revela o que aconteceu com o cão Pumba em Florianópolis

Investigação descartou versões de agressão intencional que circularam nas redes; animal tinha tutor e foi atropelado por motocicleta.

“Não foi agressão, foi atropelamento”: investigação revela o que aconteceu com o cão Pumba em Florianópolis
Foto: Reprodução
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A Polícia Civil de Santa Catarina abriu inquérito para investigar a morte do cão Pumba, atropelado no bairro Ponta das Canas, em Florianópolis. O caso gerou grande repercussão na região e foi cercado de desinformação nas redes sociais. A investigação, conduzida pela Delegacia de Proteção Animal (DPA/DIC), já descartou parte das versões que circularam e apura agora a possível omissão de socorro por parte do motociclista que atropelou o animal.

Já nas primeiras diligências, a Polícia Civil conseguiu esclarecer dois pontos que contradizem informações falsas que se espalharam sobre o caso. O primeiro: Pumba não era um cão comunitário, ele tinha tutor identificado. O segundo: o animal não foi vítima de agressão intencional, como algumas publicações sugeriram. A apuração constatou que Pumba foi atropelado por uma motocicleta.

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O foco da investigação agora é determinar as circunstâncias do atropelamento e apurar se o motociclista cometeu omissão de socorro ao animal, que não resistiu aos ferimentos e morreu.

O inquérito foi instaurado para apurar eventual crime de maus-tratos qualificado contra o animal. A Delegacia de Proteção Animal reforçou que segue empenhada na defesa dos animais, destacando que a investigação representa a voz de quem não pode pedir socorro por conta própria.

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