A Prefeitura de Camboriú se manifestou nesta terça-feira (25) sobre a Operação Controle Oculto, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). A investigação apura possíveis irregularidades relacionadas a licitações e contratos administrativos celebrados no município.
Segundo o MPSC, foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão em endereços particulares de investigados em Camboriú, Balneário Camboriú, Tijucas e Itajaí. A apuração é conduzida pela 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Camboriú.
Em nota, a administração municipal informou que tomou conhecimento da operação após a divulgação das informações pelo Ministério Público e ressaltou que nenhum mandado de busca e apreensão foi cumprido na sede da Prefeitura de Camboriú.
Os procedimentos investigados são referentes aos anos de 2023 e 2024. A Prefeitura destacou que os fatos mencionados pelo MPSC estão relacionados a licitações e contratos administrativos desse período.
O Município declarou que permanece à disposição dos órgãos de controle e investigação e que fornecerá informações e documentos necessários para o esclarecimento dos fatos, caso seja formalmente solicitado durante a apuração.
A administração municipal também afirmou que não fará juízo antecipado sobre os fatos investigados nem sobre eventual responsabilidade das pessoas envolvidas.
O procedimento tramita sob sigilo judicial. Por esse motivo, segundo a Prefeitura, esclarecimentos relacionados ao conteúdo da investigação deverão ser prestados pelos órgãos responsáveis pela apuração, respeitando os limites determinados pela Justiça.
A Prefeitura informou ainda que aguardará o andamento das investigações e eventual publicidade dos autos.













