Professora de Harvard diz que óleo de coco é puro veneno
O óleo de coco, considerado um superalimento, tem causado certa controvérsia no mundo científico. Enquanto muitos estudiosos dizem que o produto é um grande aliado da saúde, outros afirmam que seus benefícios são nulos. No entanto, a epidemiologista e professora de Harvard Karin Michels vai além. Segundo ela, o óleo de coco é “uma das piores coisas que alguém pode comer”, ou ainda pior, “puro veneno”.
Por Equipe Jornal Razão·25 set 2022·3 min de leitura·Atualizado há 2 anos
Foto: Reprodução
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O óleo de coco, considerado um superalimento, tem causado certa controvérsia no mundo científico. Enquanto muitos estudiosos dizem que o produto é um grande aliado da saúde, outros afirmam que seus benefícios são nulos. No entanto, a epidemiologista e professora de Harvard Karin Michels vai além. Segundo ela, o óleo de coco é “uma das piores coisas que alguém pode comer”, ou ainda pior, “puro veneno”.
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As afirmações foram feitas durante uma palestra intitulada “Coconut oil and other nutritional erros” (“Óleo de coco e outros erros nutricionais”, em tradução livre) na Universidade de Friburgo, Alemanha, que já foi assistida por milhões de pessoas no YouTube.
O óleo de coco tem 80% de gordura saturada, mais que duas vezes a quantia da gordura da banha, e 60% mais do que a da carne. Segundo ela, a elevação do colesterol ruim, LDL causada por esse produto aumenta muito o risco de doenças cardiovasculares e derrames.
A nutricionista Victoria Taylor, da British Heart Foundation, concorda com a professora. “Há algumas evidências de que a gordura saturada do óleo de coco possa ser melhor para a saúde do que outras, mas não há pesquisas fortes que nos tragam uma resposta definitiva”. Portanto, a recomendação é como a de qualquer outro alimento gorduroso: comer com moderação. Os óleos vegetais, como o de oliva e o de girassol, continuam sendo as melhores escolhas.