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DIC aponta “motorista” como culpado por danos de R$ 3 milhões na Serra Dona Francisca

Em Joinville, a Divisão de Investigação Criminal (DIC), sob a liderança da delegada Tânia Harada, finalizou nesta sexta-feira (19) um importante inquérito policial. O processo, número 13/2024, analisou o acidente mais significativo ocorrido na Serra da Dona Francisca em 2024, que resultou em danos ambientais severos avaliados em R$ 3.666.019,60.

DIC aponta “motorista” como culpado por danos de R$ 3 milhões na Serra Dona Francisca
Foto: Reprodução
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Em Joinville, a Divisão de Investigação Criminal (DIC), sob a liderança da delegada Tânia Harada, finalizou nesta sexta-feira (19) um importante inquérito policial. O processo, número 13/2024, analisou o acidente mais significativo ocorrido na Serra da Dona Francisca em 2024, que resultou em danos ambientais severos avaliados em R$ 3.666.019,60.

O relatório final do inquérito identificou a responsabilidade criminal dos envolvidos no incidente, tanto pessoas físicas quanto jurídicas. A investigação foi conduzida com auxílio de laudos técnicos da Polícia Científica de Joinville, que indicaram uma falha no sistema de freios do veículo envolvido devido ao uso inadequado do freio motor. Consequentemente, o motorista foi indiciado por poluição culposa, com uma pena prevista de seis meses a um ano, além de multa.

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Além do motorista, três empresas foram criminalmente responsabilizadas. As investigações apontaram para um dolo eventual por parte dessas corporações, que estavam cientes dos riscos associados ao transporte de materiais perigosos naquela região, que é uma área de preservação ambiental. A transportadora, com longa experiência na região, e outras duas empresas ligadas ao transporte foram consideradas conhecedoras das condições perigosas da estrada.

O acidente em questão ocorreu em janeiro, quando um caminhão transportando substâncias perigosas colidiu e derramou seu conteúdo na pista, provocando extensos danos ambientais. O motorista sofreu apenas ferimentos leves, mas o incidente levou a uma mobilização de diversos órgãos de segurança e ambientais para conter os efeitos da contaminação.

As empresas envolvidas agora enfrentam a possibilidade de severas penalidades legais, que incluem multas e até a suspensão de suas operações, conforme estipulado pela legislação ambiental vigente.

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