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Superlua em Tijucas: fotógrafo registra momento incrível

Em um espetáculo celestial que encheu de encanto os olhos de quem o observou, a Superlua do Esturjão brilhou no céu noturno de terça-feira, 1º de agosto. O evento foi devidamente documentado pelo talentoso fotógrafo Emerson Leal, de Tijucas.

Superlua em Tijucas: fotógrafo registra momento incrível
Foto: Reprodução
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Em um espetáculo celestial que encheu de encanto os olhos de quem o observou, a Superlua do Esturjão brilhou no céu noturno de terça-feira, 1º de agosto. O evento foi devidamente documentado pelo talentoso fotógrafo Emerson Leal, de Tijucas.

A Superlua ocorre quando nosso satélite natural, em sua fase cheia, se encontra mais próximo da Terra em sua órbita elíptica, conhecida como perigeu. Isso resulta em uma Lua que parece ser maior e brilhar mais intensamente em nosso céu. A tonalidade da Lua durante esse fenômeno pode variar, apresentando-se em cores amareladas, alaranjadas ou até mesmo avermelhadas.

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Prepare-se, pois agosto ainda reserva outra superlua espetacular: a Superlua Azul, prevista para o dia 30. Este é um evento celestial raro que não voltará a ocorrer até 2032.

Apesar de possuir uma explicação científica clara, a Lua cheia tem sido, ao longo da história, rodeada de significados místicos e culturais. Tribos indígenas da América do Norte, por exemplo, costumavam batizar cada Lua cheia, associando-as a fenômenos naturais, estações do ano e à vida animal.

O termo “Lua do Esturjão” é uma dessas denominações, usada para se referir à Lua cheia de julho. O nome decorre do fato de que nessa época do ano, o esturjão, um peixe de água doce raro e de grande porte com aspecto pré-histórico, é frequentemente avistado nos lagos. O esturjão é particularmente conhecido por ser a fonte do caviar original.

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No entanto, a observação desse fenômeno celeste a olho nu pode não apresentar uma diferença tão grande. Embora a superlua possa parecer até 15% maior e 30% mais brilhante, essas alterações são geralmente pouco notáveis para nós aqui na Terra.

Durante o perigeu, a Lua está a cerca de 360 mil quilômetros de distância da Terra, enquanto que no apogeu, seu ponto mais distante, ela chega a cerca de 400 mil quilômetros de distância. Quando a Lua cheia coincide com o apogeu, temos a “microlua”, que é essencialmente o oposto de uma superlua.

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