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São José reúne famílias interessadas em dar lar temporário a crianças e adolescentes em medida protetiva

Encontro reuniu seis pessoas de quatro famílias, que decidiram seguir no processo para receber temporariamente crianças e adolescentes afastados da família de origem

São José reúne famílias interessadas em dar lar temporário a crianças e adolescentes em medida protetiva
Foto: Reprodução
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Quatro famílias de São José manifestaram interesse em receber em casa, de forma temporária, crianças e adolescentes afastados da família de origem por medida protetiva. Elas participaram de uma roda de conversa promovida pela equipe do Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora do município, na quarta-feira, 23 de setembro, no auditório do Centro de Atenção à Terceira Idade (Cati), na Beira-Mar de São José.

O encontro reuniu seis pessoas e serviu para apresentar a proposta e esclarecer dúvidas de quem pensa em participar. Ao final, as quatro famílias disseram que querem continuar no processo. Elas serão acompanhadas pela equipe do serviço nas próximas etapas, que podem terminar na habilitação.

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O serviço oferece acolhimento temporário a crianças e adolescentes que precisaram ser afastados do convívio com a família de origem. Nesse período, eles ficam com uma família previamente selecionada, capacitada e acompanhada pela equipe técnica do município, enquanto são desenvolvidas ações para a reintegração familiar ou para a definição de outra medida de proteção.

“O encontro foi um momento de aproximação e esclarecimento. É importante que as famílias conheçam a proposta, entendam as responsabilidades envolvidas e tenham espaço para tirar dúvidas antes de tomar a decisão de seguir no processo”, explicou a coordenadora do serviço, Suélen Felipe Gonçalves. Além dela, a equipe é formada pela psicóloga Jéssyca Prass Dorneles e pela assistente social Maria Julia Castro Januário.

Quem pode ser Família Acolhedora

Para se tornar uma Família Acolhedora em São José, é preciso ter mais de 21 anos, morar na cidade há pelo menos dois anos, comprovar estabilidade financeira, não ter antecedentes criminais e não estar cadastrado no Sistema Nacional de Adoção, entre outros requisitos. A família também precisa ter disponibilidade para cuidar da criança ou do adolescente e para o acompanhamento feito pelo serviço, além da concordância de todos os moradores da casa.

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© Jornal Razão. Reprodução permitida com crédito e link para a matéria original: jornalrazao.com/geral/sao-jose-reune-familias-interessadas-em-dar-lar-temporario-a-criancas-e-adolescentes-em-medida-protetiva

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