Após matar menina de 15 anos, assassino sai da cadeia e mata mais uma mulher em SC: “prova de amor”
Na tranquila cidade de Guaramirim, Santa Catarina, um crime brutal abalou a comunidade. Juliana Pinheiro, uma jovem de 25 anos, foi assassinada em sua própria casa, localizada na rua Maria Zastrow, no bairro Nova Esperança.
Por Equipe Jornal Razão·25 mai 2024·5 min de leitura·Atualizado há 1 ano
Foto: Reprodução
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Na tranquila cidade de Guaramirim, Santa Catarina, um crime brutal abalou a comunidade. Juliana Pinheiro, de 40 anos, foi assassinada em sua própria casa, localizada na rua Maria Zastrow, no bairro Nova Esperança. O autor do crime, um homem já conhecido pela polícia, havia sido liberado recentemente após cumprir pena por outro homicídio.
O Crime
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Era aproximadamente 20h quando o assassino arrombou a porta da casa de Juliana. Ela estava deitada em sua cama, ao lado de seu filho de dois anos, que possui necessidades especiais. Com uma faca, o homem desferiu dois golpes fatais na jovem, que morreu instantaneamente. Após o ato, ele saiu do local para beber e jogar sinuca, informando a dona da casa sobre o crime. Para provar sua “proeza”, ele voltou ao local, filmou o corpo e mostrou o vídeo à sua namorada.
Em uma entrevista exclusiva ao Repórter William Fritzke, parceiro do Jornal Razão, a dona da casa, visivelmente abalada, revelou detalhes do crime e do comportamento ameaçador do assassino, que a torturava psicologicamente há meses.
Ela descreveu como o homem a ameaçava constantemente e chegou a dizer que mataria outras pessoas. Desesperada, ela não acreditou quando ele afirmou ter matado Juliana, mas mudou de ideia ao ver o vídeo.
O indivíduo teria cometido o assassinato como uma forma de ‘prova de amor’. Isso porque a vítima teria discutido dias antes com sua namorada. O caso, inclusive, terminou na delegacia da cidade.
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Este não é o primeiro crime cometido pelo homem. Em 2014, ele foi condenado por matar sua cunhada de 15 anos, Claudiane Salla Belarmino. O crime foi igualmente horrível: ele levou a adolescente a um motel, tirou sua vida e queimou seu corpo. Mesmo após ser condenado a 18 anos de prisão, ele conseguiu liberdade após cumprir cerca de 10 anos.
A comunidade de Guaramirim está em choque com a recorrência dos atos violentos deste homem. A indignação é generalizada, especialmente porque o assassino participou do velório da primeira vítima e, agora, cometeu outro crime hediondo pouco tempo após ser liberado.
O assassino foi preso novamente e levado à delegacia, onde não demonstrou nenhum arrependimento. Pelo contrário, manteve uma postura fria e até riu ao ser questionado sobre o caso. A namorada do criminoso também pode enfrentar consequências legais, dependendo do que for descoberto em seu celular, já que há suspeitas de que ela possa ter instigado o crime.