Cunhado de chefão do PGC é preso por participação em atentados que incendiaram Florianópolis
Duas lideranças da facção criminosa Primeiro Grupo da Catarinense (PGC) foram presas nesta quinta-feira (15), durante a segunda fase da operação Tolerância Zero, deflagrada na Grande Florianópolis. A ofensiva é uma continuação das investigações que apuram a série de atentados registrados em outubro de 2024, quando veículos foram incendiados e barricadas montadas em diferentes cidades … Ler mais
Por Equipe Jornal Razão·16 mai 2025·3 min de leitura·Atualizado há 1 ano
Foto: Reprodução
Publicidade
Duas lideranças da facção criminosa Primeiro Grupo da Catarinense (PGC) foram presas nesta quinta-feira (15), durante a segunda fase da operação Tolerância Zero, deflagrada na Grande Florianópolis. A ofensiva é uma continuação das investigações que apuram a série de atentados registrados em outubro de 2024, quando veículos foram incendiados e barricadas montadas em diferentes cidades da região metropolitana.
As prisões ocorreram nas cidades de Palhoça e na capital catarinense. Um dos detidos foi identificado como G.V.M., de 23 anos. Ele é cunhado de Bi Red, um dos principais nomes da facção criminosa, preso desde 2017 e condenado a mais de 112 anos de reclusão por diversos crimes, incluindo quatro homicídios e duas tentativas, com três qualificadoras.
Publicidade
De acordo com a Polícia Civil, G.V.M. teve participação direta na tentativa de invasão à comunidade do Papaquara, no Norte da Ilha, em 18 de outubro de 2024. A ação visava retomar o controle de uma área dominada por um grupo rival, o Primeiro Comando da Capital (PCC). A ofensiva foi frustrada, mas, no dia seguinte, os ataques coordenados em toda a Grande Florianópolis teriam sido executados como forma de distração para facilitar a fuga de integrantes da facção.
Ao todo, 30 pessoas já foram presas por envolvimento nos atentados. A operação é conduzida pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco/DEIC), sob responsabilidade do delegado Antonio Claudio Seixas Jóca. Ainda segundo a corporação, G.V.M. possui antecedentes por tráfico de drogas e atuava como uma das lideranças da organização.