Deputado do PL em SC exige expulsão de membros envolvidos em corrupção
A onda de prisões relacionadas a esquemas de corrupção em Santa Catarina continua a reverberar no cenário político local. Desta vez, o deputado estadual Jessé Lopes, membro do Partido Liberal (PL) em Santa Catarina, tomou uma posição contundente ao exigir a expulsão de membros do próprio partido que foram presos em recentes operações do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco).
Por Equipe Jornal Razão·26 jan 2024·3 min de leitura·Atualizado há 2 anos
Foto: Reprodução
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A onda de prisões relacionadas a esquemas de corrupção em Santa Catarina continua a reverberar no cenário político local. Desta vez, o deputado estadual Jessé Lopes, membro do Partido Liberal (PL) em Santa Catarina, tomou uma posição contundente ao exigir a expulsão de membros do próprio partido que foram presos em recentes operações do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco).
As recentes prisões, incluindo a do Prefeito de Ponte Alta, seus dois filhos e um secretário, sob a acusação de exigir propina de 10% de uma empresa de limpeza, parecem ter sido a gota d’água para o deputado Jessé Lopes.
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O caso vem na esteira de uma série de prisões que marcaram o estado, elevando para 17 o número de prefeitos detidos em um curto período de um ano e dois meses, um número alarmante que reflete uma preocupante tendência de corrupção em diversos níveis de governo local.
“Mais um prefeito do PL preso por corrupção. O Prefeito de Ponte Alta, seus dois filhos e um secretário, são alvos de investigação por exigir propina de 10% de empresa de limpeza. Irei exigir que sejam expulsos do partido! Isso é INADMISSÍVEL”, afirmou Jessé Lopes, demonstrando uma posição firme contra as práticas corruptas e sinalizando uma ruptura dentro do próprio partido em relação à tolerância com atos ilícitos.
Essa declaração e ação por parte de um membro influente do PL em Santa Catarina podem representar um ponto de virada no que diz respeito à responsabilidade partidária e à postura frente a denúncias de corrupção.