EXCLUSIVO: Estuprador condenado a 31 anos de prisão estava escondido em Itapema
Estuprador condenado a mais de 31 anos de prisão é preso em Itapema (SC) após operação conjunta entre Polícia Civil, Militar e Guarda Municipal. Prisão foi possível após troca de informações entre SC e PR.
Por Equipe Jornal Razão·2 ago 2025·5 min de leitura·Atualizado há 1 ano
Foto: Reprodução
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Um estuprador condenado a mais de 31 anos de prisão foi preso na manhã deste sábado (2), no bairro Morretes, em Itapema (SC). A ação foi resultado de uma operação integrada entre a Guarda Municipal, a Polícia Civil e a Polícia Militar.
O autor, identificado como Claudinei Barros, foi localizado em uma residência situada em um conjunto de casas no bairro Morretes. Contra ele havia um mandado de prisão expedido pela comarca de Curitiba (PR), com sentença já transitada em julgado pelo crime de estupro, tipificado no artigo 217 do Código Penal. A pena total estabelecida pela Justiça paranaense é de 31 anos, 1 mês e 10 dias, em regime fechado.
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Segundo apuração exclusiva do Jornal Razão, a prisão foi possível após a Polícia Civil de Santa Catarina receber informações do Paraná indicando que Claudinei estaria vivendo em Itapema de forma discreta.
Como o nome dele não constava nos sistemas de segurança pública de Santa Catarina, foi necessário um trabalho de inteligência e cooperação interestadual.
Equipes das três forças de segurança – PMSC, GM de Itapema e Polícia Civil – trabalharam de forma coordenada para confirmar a identidade do foragido e localizar o endereço onde ele vivia com a esposa. A abordagem foi feita por volta das 11h45, sem resistência. Como Claudinei não apresentava ferimentos nem histórico de resistência, não foi necessário o uso de algemas.
Após a identificação formal, ele foi conduzido diretamente ao Presídio Regional de Itapema, onde permanece à disposição da Justiça do Paraná. A esposa também foi informada no local sobre o cumprimento do mandado.
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O caso chama atenção pelo tempo de condenação e pelo fato de o condenado viver tranquilamente em outra unidade da federação, sem registros que despertassem suspeitas. O sucesso da operação reforça a importância do trabalho conjunto entre os órgãos de segurança e da troca de informações entre estados, especialmente em casos envolvendo crimes sexuais.
O nome da vítima e demais detalhes do processo estão sob sigilo, conforme determina a legislação para crimes desta natureza.