Ex-companheiro suspeito de matar professora em Florianópolis se entrega a PM
Na noite desta quinta-feira (24), o policial militar aposentado, suspeito de ser autor dos disparos que mataram a professora auxiliar Alessandra Abdalla de 45 anos, se entregou no 4º Batalhão da Polícia Militar de Santa Catarina, em Florianópolis. Ele estava acompanhado de um advogado.
Por Equipe Jornal Razão·25 nov 2022·3 min de leitura·Atualizado há 2 anos
Foto: Reprodução
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Na noite desta quinta-feira (24), o policial militar aposentado, suspeito de ser autor dos disparos que mataram a professora auxiliar Alessandra Abdalla de 45 anos, se entregou no 4º Batalhão da Polícia Militar de Santa Catarina, em Florianópolis. Ele estava acompanhado de um advogado.
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A vítima estava a caminho do trabalho no momento do crime, a poucos metros do Núcleo de Educação Infantil (NEIN) no Sul da Ilha na Capital.
O crime
Na manhã desta quinta-feira (24), uma professora foi morta a tiros pelo ex-companheiro enquanto estava a caminho do trabalho, no bairro Tapera, no Sul de Florianópolis.
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A vítima foi identificada como Alessandra Abdalla de 45 anos, o crime ocorreu a poucos metros do Núcleo de Educação Infantil Tapera onde ela trabalhava atualmente.
Segundo a Prefeitura do município, que comunicou o falecimento, ela já tinha uma medida protetiva contra o suspeito. O Sintrasem (Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis) afirmou, em uma nota de pesar, que o ex-companheiro era policial militar e não aceitava o término do relacionamento.
Nota
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“A Prefeitura de Florianópolis, por intermédio da Secretaria de Educação, comunica o falecimento da professora auxiliar Alessandra Abdalla, lotada no Núcleo de Educação Infantil Tapera. Ela foi assassinada, a tiros, pelo ex-companheiro , na manhã desta quinta-feira, quando estava a poucos metros do local do trabalho. A profissional já tinha medida protetiva contra o criminoso. A Alessandra era servidora pública desde 10 de fevereiro. de 2014. Nasceu no dia 22 de janeiro de 1977. Tinha 45 anos.
Conforme o secretário de Educação, Maurício Fernandes, a comunidade escolar, a cidade , está em choque. “Estamos abalados com um ato monstruoso como esse”. O secretário de Educação enfatiza que o feminicídio é um tipo de “homicídio qualificado” , um crime hediondo.