Foco no print: ele achou que o navegador “anônimo” salvaria a pele, mas o CyberGAECO bateu à porta em SC
Operação “Deep Trace” apura armazenamento de material de abuso sexual infantil e pega investigado em Balneário Piçarras com HD cheio de provas. Fotos: MPSC
Por Equipe Jornal Razão·11 ago 2026·4 min de leitura·Atualizado há 7 dias
Foto: Reprodução
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A ilusão da privacidade na internet durou até a manhã desta terça-feira (11) para um morador do Litoral Norte catarinense. Em apoio à 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Balneário Piçarras, o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), por meio do CyberGAECO, deflagrou a Operação “Deep Trace” contra crimes virtuais de abuso sexual infantil.
A operação teve como foco o cumprimento de um mandado de busca e apreensão no município de Balneário Piçarras, expedido pela 2ª Vara da Comarca local. As investigações apontavam que o homem realizava o download e o armazenamento de arquivos com conteúdos ilícitos em ambiente digital. Durante a ação, os agentes confirmaram a presença do material nos dispositivos eletrônicos e lavraram o auto de prisão em flagrante.
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Os computadores, celulares e mídias apreendidos serão submetidos a uma análise pericial especializada para aprofundar as investigações e identificar possíveis novas condutas criminosas. A iniciativa integra as ações do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) no combate à exploração sexual infantojuvenil no meio virtual.
Nome da Operação
O nome “Deep Trace” (rastreamento profundo) remete ao trabalho contínuo do CyberGAECO em mapear e responsabilizar autores de ilícitos na internet. O GAECO é uma força-tarefa formada pelo MPSC, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal, Receita Estadual e Corpo de Bombeiros Militar, contando com a divisão especializada CyberGAECO para reprimir infrações penais no ecossistema digital.