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Mulher que matou fisiculturista em SC espionava o companheiro por buracos feitos na parede, aponta investigação

Foto de Por equipe <span style="color:#1877F2; font-weight:700;">Jornal Razão</span>

Por equipe Jornal Razão

Publicado em 01/10/2025 16h15
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Mulher é acusada de matar o companheiro, o fisiculturista Valter de Vargas Aita, em Chapecó. Segundo a Polícia Civil, ela espiava o namorado por buracos feitos na parede e o atacou por ciúmes enquanto ele dormia.

A Polícia Civil revelou novos detalhes sobre o assassinato do fisiculturista Valter de Vargas Aita, de 41 anos, ocorrido em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina. Conforme o delegado responsável pelo caso, a mulher acusada de cometer o crime chegou a perfurar a parede do quarto para observar o namorado em segredo.

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Os furos, segundo as investigações, eram utilizados para vigiar os passos de Valter enquanto ele usava o celular. A suspeita também gravava vídeos e fazia registros para tentar confirmar uma possível traição. “Há indícios de que esse comportamento de espionagem tenha se repetido por um período antes do homicídio”, informou a corporação.

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A autora confessou o crime, afirmando que agiu por ciúmes e desconfiança de infidelidade.


Crime ocorreu enquanto a vítima dormia

O assassinato aconteceu no dia 7 de setembro, dentro do apartamento onde o casal morava. A vítima foi atacada ainda dormindo, recebendo mais de 20 golpes de faca, seis deles no rosto. Mesmo ferido, tentou escapar, mas acabou caindo nas escadas do prédio, já sem vida e com o corpo coberto de sangue.

A investigação mostra que Valter chegou a ser ameaçado anteriormente. Mensagens encontradas no celular do casal indicam brigas constantes, com a mulher dizendo que ele “pagaria” pelo que estava fazendo. Em resposta, o fisiculturista chegou a mencionar que, se algo lhe acontecesse, deixaria registrado que ela seria a responsável.

Entre as evidências apreendidas estão fotos tiradas pela suspeita enquanto o companheiro dormia e mensagens acompanhadas de ícones de faca. A análise do telefone também revelou interações da autora com uma inteligência artificial, nas quais ela demonstrava desequilíbrio emocional e frustração por acreditar estar sendo traída.


Suspeita já tinha histórico criminal

De acordo com o Tribunal de Justiça de Santa Catarina, a mulher, de 43 anos, já possuía condenação por latrocínio praticado em 2019, no Rio Grande do Sul. Caso seja novamente condenada pelo Tribunal do Júri, pode cumprir pena entre 12 e 30 anos de prisão, somada à condenação anterior.

Segundo o delegado Deonir Moreira Trindade, a acusada havia decidido deixar o apartamento, mas mudou de ideia antes de sair. “Ela arrumou as malas, mas decidiu que, antes de ir embora, mataria o companheiro”, relatou o investigador.


Detalhes da cena e versão desmentida

O ataque ocorreu por volta das 7h da manhã. Valter foi golpeado diversas vezes no peito, no abdômen e na região do pescoço. O laudo pericial apontou que os ferimentos foram tão profundos que expuseram vísceras e causaram desfiguração no rosto.

Após o crime, a mulher foi encontrada com cortes nas mãos, que teriam sido causados pelo deslizamento da faca durante os golpes. Ela chegou a ser hospitalizada e, após receber alta, foi presa três dias depois.

Em depoimento inicial, a suspeita tentou sustentar que havia sido agredida por Valter na cozinha, mas exames periciais não identificaram vestígios de sangue no local, o que derrubou a versão apresentada.

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