Polícia identifica foragido por homicídio entre suspeitos de matar vigilante em SC
Dois homens foram presos nesta sexta-feira (28) suspeitos de envolvimento na morte do vigilante Edson João da Silva, de 44 anos, em Araquari, no Norte de Santa Catarina. O crime aconteceu durante a madrugada, em frente à Escola Municipal Rosalvo Fernandes, onde a vítima trabalhava. O primeiro suspeito, de 41 anos, foi detido em flagrante … Ler mais
Por Equipe Jornal Razão·29 mar 2025·4 min de leitura·Atualizado há 1 mês
Foto: Reprodução
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Dois homens foram presos nesta sexta-feira (28) suspeitos de envolvimento na morte do vigilante Edson João da Silva, de 44 anos, em Araquari, no Norte de Santa Catarina. O crime aconteceu durante a madrugada, em frente à Escola Municipal Rosalvo Fernandes, onde a vítima trabalhava.
O primeiro suspeito, de 41 anos, foi detido em flagrante dentro de casa, no mesmo terreno onde a polícia recebeu autorização para entrar. Ele usava a mesma camiseta registrada nas imagens de segurança da escola. No imóvel, os agentes encontraram duas bicicletas, que teriam sido utilizadas pelos autores para chegar ao local do crime.
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O segundo envolvido, de 30 anos, tentou fugir ao perceber a chegada da polícia, mas foi capturado logo em seguida. Segundo os investigadores, ele apresentava arranhões e escoriações recentes no corpo, sinais de possível luta. Dentro da residência, a polícia localizou um tênis compatível com o que aparece nas imagens da ação.
Ainda de acordo com a Polícia Civil, esse segundo suspeito possui antecedentes criminais por roubo, tráfico de drogas e homicídio. Além disso, era considerado foragido da Justiça por um assassinato cometido em Foz do Iguaçu, no Paraná.
Câmeras de segurança da escola flagraram o momento em que um dos suspeitos pulou o muro do colégio portando uma faca, enquanto o outro permaneceu do lado de fora, vigiando as bicicletas. O crime ocorreu por volta das 5h15 e o corpo do vigilante foi encontrado por funcionárias da limpeza ao chegarem para o trabalho.
Os dois homens foram conduzidos à delegacia de Polícia Civil, onde optaram por permanecer em silêncio durante o interrogatório. As investigações seguem em andamento.