Primeiro “bebê reborn” de SC é demolido e moradores brincam: “Nem velório teve!”
A demolição da estátua conhecida como “Bebezão”, em Rio do Sul, no Alto Vale do Itajaí, gerou grande repercussão entre os moradores. O monumento de cerca de 7 metros de altura e 21 toneladas, construído no início dos anos 2000, era considerado por muitos o primeiro “bebê reborn” de Santa Catarina. A retirada da estrutura … Ler mais
Por Equipe Jornal Razão·17 mai 2025·3 min de leitura·Atualizado há 1 ano
Foto: Reprodução
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A demolição da estátua conhecida como “Bebezão”, em Rio do Sul, no Alto Vale do Itajaí, gerou grande repercussão entre os moradores. O monumento de cerca de 7 metros de altura e 21 toneladas, construído no início dos anos 2000, era considerado por muitos o primeiro “bebê reborn” de Santa Catarina.
A retirada da estrutura causou uma onda de manifestações nostálgicas nas redes sociais. “Merecia um feriado”, disseram internautas.
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A escultura foi removida neste ano de 2025 após a venda do ponto comercial onde ficava instalada, às margens da BR-470. O espaço abrigava a tradicional “Loja do BBzão”, criada por Moacir da Rosa como forma de atrair a atenção de motoristas que passavam pela rodovia. Com sua aposentadoria, o negócio foi transferido ao centro de Pouso Redondo pelo novo proprietário, Reni Constante, que rebatizou a loja como “Loja do Bebê”.
Além de sua imponência física, o “Bebezão” contava com um sensor de presença que ativava uma música quando alguém se aproximava. A estátua passou por adaptações ao longo dos anos para homenagear diferentes etnias, representando a diversidade cultural da região.
Segundo laudos técnicos, a estrutura não resistiria ao transporte até o novo endereço. O imóvel foi alugado pela empresa têxtil Sancris, de Brusque, que optou pela demolição definitiva da escultura. Até o momento, nenhuma substituição foi anunciada para o local.
Com a retirada do monumento, internautas passaram a se referir ao “Bebezão” como o maior bebê reborn de Santa Catarina, sugerindo de forma bem-humorada que ele merecia um velório digno e até um feriado em sua homenagem. A estátua também foi citada como um marco visual da BR-470 e símbolo afetivo da cidade.