Vídeo mostra bebê nascendo dentro de cadeia feminina em Itajaí
A noite de sábado (24) foi de correria e tensão no Presídio Feminino de Itajaí, no Litoral Norte de Santa Catarina. Uma detenta entrou em trabalho de parto dentro da cela e precisou ser socorrida pelas próprias policiais penais que estavam de plantão. Por volta das 20h15, as internas da galeria “M” começaram a chamar … Ler mais
Por Equipe Jornal Razão·26 mai 2025·4 min de leitura·Atualizado há 1 ano
Foto: Reprodução
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A noite de sábado (24) foi de correria e tensão no Presídio Feminino de Itajaí, no Litoral Norte de Santa Catarina. Uma detenta entrou em trabalho de parto dentro da cela e precisou ser socorrida pelas próprias policiais penais que estavam de plantão.
Por volta das 20h15, as internas da galeria “M” começaram a chamar por ajuda. Uma das detentas, grávida de 36 semanas, apresentava sinais de que o parto se aproximava. Ela sentia contrações, enjoos e havia perdido o tampão mucoso — um dos indicativos de que o bebê estava prestes a nascer.
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Apesar dos sintomas, a mulher acreditava que ainda não era a hora. Mas minutos depois, gritos vindos da cela confirmaram: o parto tinha começado.
Policiais assumem o parto antes da chegada do Samu
Diante da situação, as policiais penais Bruna Coelho, Jordana Galante, Melissa Vargas e Luciana Vaz não tiveram alternativa. Agiram rápido e realizaram todo o atendimento ali mesmo, no espaço improvisado da cela.
A bebê nasceu com sinais de engasgo e dificuldade para respirar. Foi então que a policial penal Bruna Coelho fez manobras de estímulo nas costas da recém-nascida. Poucos segundos depois, a pequena respondeu com tosses e espirros, arrancando alívio de todos no local.
Enquanto isso, a supervisora Mariá Azevedo organizava os procedimentos administrativos e dava suporte à operação.
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Mãe e filha estão bem
A equipe do Samu chegou pouco depois e encaminhou mãe e filha ao Hospital Ruth Cardoso, em Balneário Camboriú, com apoio de escolta policial. Ambas passam bem.
A bebê recebeu o nome de Maylla Lorena. Ela nasceu cercada de cuidado e empenho, mesmo dentro de um ambiente de privação, onde nem sempre a vida encontra espaço para florescer.