Um vídeo que circula nas redes sociais desde o fim da tarde deste sábado, 3 de janeiro, registra uma manifestação espontânea de imigrantes venezuelanos em Blumenau, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina. O ato foi motivado pela notícia da prisão de Nicolás Maduro, após uma operação conduzida pelos Estados Unidos durante a madrugada, no horário do Brasil.
As imagens mostram dezenas de venezuelanos reunidos em via pública, gritando palavras de ordem, chorando, se abraçando e celebrando o que descrevem como o fim de um período marcado por medo, repressão e sofrimento. Frases como “caiu Maduro”, “somos livres” e “é o dia mais feliz da minha vida” são repetidas diversas vezes ao longo da gravação, em meio a aplausos e emoção visível.
A mobilização ocorre de forma pacífica. Além dos venezuelanos que vivem em Blumenau e cidades próximas, brasileiros que passam pelo local demonstram apoio, buzinando e acenando em sinal de solidariedade. O clima é descrito pelos participantes como alívio, libertação e esperança, após anos de incerteza e angústia.
Durante a transmissão ao vivo, conduzida pelo jornalista Alexandre José, vários imigrantes dão depoimentos emocionados. Eles relatam trajetórias marcadas por fuga forçada, fome, perseguição política e ausência de direitos básicos na Venezuela. Muitos afirmam que deixaram o país às pressas, sem sequer se despedir de familiares, e citam que milhares saíram a pé por falta de combustível, em meio ao colapso econômico.
“A gente passou fome, medo e perseguição”, diz um dos participantes. Outro afirma que saiu da Venezuela ainda jovem e que nunca havia vivido em um país livre. “O povo era controlado, reprimido, sem liberdade. Maduro destruiu o nosso país”, declara, sob aplausos dos demais.
Há relatos de venezuelanos que passaram meses vivendo nas ruas após cruzar a fronteira, até conseguirem atendimento por meio do programa de interiorização, que redistribui imigrantes para diferentes regiões do Brasil. Santa Catarina é mencionada repetidamente como um estado que ofereceu oportunidades de trabalho e recomeço, especialmente na construção civil.
“O Brasil nos acolheu quando a Venezuela nos expulsou”, diz uma mulher, emocionada. Outros agradecem diretamente ao país e afirmam que, pela primeira vez em muitos anos, sentem esperança de um futuro melhor. “Agora temos esperança de voltar para casa”, resume um dos manifestantes.
O sentimento predominante no ato é descrito como liberdade. Muitos afirmam que aquele seria o dia mais feliz de suas vidas e que a prisão de Maduro representa o fim do medo e a possibilidade de reconstrução de um país devastado por décadas de crise, segundo os relatos.
O vídeo se soma a outros registros semelhantes feitos em diferentes cidades do Brasil e do exterior, indicando que a notícia da prisão de Maduro provocou reações imediatas entre comunidades venezuelanas espalhadas pelo mundo, especialmente entre aqueles que foram obrigados a deixar o país nos últimos anos.
Um vídeo que circula nas redes sociais desde o fim da tarde deste sábado, 3 de janeiro, registra uma manifestação espontânea de imigrantes venezuelanos em Blumenau, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina. O ato foi motivado pela notícia da prisão de Nicolás Maduro, após uma operação conduzida pelos Estados Unidos durante a madrugada, no horário do Brasil.
As imagens mostram dezenas de venezuelanos reunidos em via pública, gritando palavras de ordem, chorando, se abraçando e celebrando o que descrevem como o fim de um período marcado por medo, repressão e sofrimento. Frases como “caiu Maduro”, “somos livres” e “é o dia mais feliz da minha vida” são repetidas diversas vezes ao longo da gravação, em meio a aplausos e emoção visível.
A mobilização ocorre de forma pacífica. Além dos venezuelanos que vivem em Blumenau e cidades próximas, brasileiros que passam pelo local demonstram apoio, buzinando e acenando em sinal de solidariedade. O clima é descrito pelos participantes como alívio, libertação e esperança, após anos de incerteza e angústia.
Durante a transmissão ao vivo, conduzida pelo jornalista Alexandre José, vários imigrantes dão depoimentos emocionados. Eles relatam trajetórias marcadas por fuga forçada, fome, perseguição política e ausência de direitos básicos na Venezuela. Muitos afirmam que deixaram o país às pressas, sem sequer se despedir de familiares, e citam que milhares saíram a pé por falta de combustível, em meio ao colapso econômico.
“A gente passou fome, medo e perseguição”, diz um dos participantes. Outro afirma que saiu da Venezuela ainda jovem e que nunca havia vivido em um país livre. “O povo era controlado, reprimido, sem liberdade. Maduro destruiu o nosso país”, declara, sob aplausos dos demais.
Há relatos de venezuelanos que passaram meses vivendo nas ruas após cruzar a fronteira, até conseguirem atendimento por meio do programa de interiorização, que redistribui imigrantes para diferentes regiões do Brasil. Santa Catarina é mencionada repetidamente como um estado que ofereceu oportunidades de trabalho e recomeço, especialmente na construção civil.
“O Brasil nos acolheu quando a Venezuela nos expulsou”, diz uma mulher, emocionada. Outros agradecem diretamente ao país e afirmam que, pela primeira vez em muitos anos, sentem esperança de um futuro melhor. “Agora temos esperança de voltar para casa”, resume um dos manifestantes.
O sentimento predominante no ato é descrito como liberdade. Muitos afirmam que aquele seria o dia mais feliz de suas vidas e que a prisão de Maduro representa o fim do medo e a possibilidade de reconstrução de um país devastado por décadas de crise, segundo os relatos.
O vídeo se soma a outros registros semelhantes feitos em diferentes cidades do Brasil e do exterior, indicando que a notícia da prisão de Maduro provocou reações imediatas entre comunidades venezuelanas espalhadas pelo mundo, especialmente entre aqueles que foram obrigados a deixar o país nos últimos anos.



































