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“Meu filho saiu frustrado no dia do aniversário”: mãe relata exaustão e filas de 4h no Beto Carrero, em SC

Sania Keli Batista relata dor e indignação ao ver a expectativa do aniversário do filho se transformar em frustração após passar o domingo em filas exaustivas e conseguir ir a apenas dois brinquedos. Fotos: Reprodução / @saniakeli

“Meu filho saiu frustrado no dia do aniversário”: mãe relata exaustão e filas de 4h no Beto Carrero, em SC
Foto: Reprodução
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O que deveria ter sido um domingo inesquecível de comemoração transformou-se em uma experiência exaustiva e decepcionante para uma família que visitou o parque temático Beto Carrero World, em Penha (SC). A visitante Sania Keli Batista tornou pública sua frustração ao relatar as dificuldades enfrentadas durante o aniversário do filho no local, reacendendo o debate sobre a capacidade de atendimento e o limite de público do complexo nos fins de semana.

Segundo o relato de Sania Keli Batista, a expectativa de proporcionar um momento especial deu lugar ao cansaço extremo provocado por filas que ultrapassavam quatro horas de espera. Ao longo de todo o domingo em que esteve no parque, a família conseguiu aproveitar apenas duas atrações.

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“É muito triste investir em ingressos, alimentação, estacionamento e toda a expectativa de proporcionar um dia especial para uma criança e, no final, ela ir embora sem conseguir aproveitar os brinquedos que tanto queria”, desabafou a mãe.

Ela ressaltou que entende o fluxo natural de um parque grande em fins de semana, mas que o cenário presenciado superou qualquer limite razoável:

“Crianças pequenas não têm condições de passar praticamente o dia inteiro em filas. Famílias viajam, se programam e gastam muito para viver uma experiência especial, e o mínimo que esperam é conseguir aproveitar o parque.”

Repercussão e indignação nas redes

O desabafo de Sania Keli Batista repercutiu rapidamente nas redes sociais, motivando outros visitantes a compartilharem experiências semelhantes e críticas severas à gestão do local. Nos comentários da publicação, internautas denunciaram a falta de controle no limite de público e até pediram a atuação de órgãos de fiscalização.

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“O parque precisa de um cuidado maior e de organização. Se não estão preparados para tantas pessoas, que limitem a quantidade de ingressos vendidos”, sugeriu um usuário, enquanto outro foi além e afirmou que “as autoridades deveriam intervir”.

A frustração com o tempo de espera também foi reforçada por depoimentos como “4 horas de fila para 1 minuto de brinquedo, eles só querem faturar”, “o parque não comporta, você paga um ingresso que não é barato e não consegue ir em 3 brinquedos sem ficar mil horas em fila” e reclamações de que a situação tornou-se recorrente nos últimos anos, gerando o sentimento de que a experiência no complexo se transformou em “um desrespeito a quem o frequenta e uma exploração”.

Apesar do tom predominante de insatisfação, alguns frequentadores ressaltam que, com estratégias específicas, como priorizar meses de baixa temporada, adquirir bilhetes VIP de fura-fila e chegar muito antes da abertura dos portões, ainda é possível aproveitar a visita, embora reconheçam que o exigido ultrapassa o planejamento convencional de um passeio familiar.

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