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“Nunca fui abordado por um flanelinha”: professor deixa o Rio de Janeiro e se surpreende com a vida em SC

Ex-sargento do Exército e atual professor de matemática relata choque cultural, ausência de cobrança nas ruas e ganho em qualidade de vida após se mudar para Balneário Camboriú. Foto: @profharissondavi / Redes Sociais

“Nunca fui abordado por um flanelinha”: professor deixa o Rio de Janeiro e se surpreende com a vida em SC
Foto: Reprodução
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Após deixar sua cidade natal, um professor de matemática movimentou as redes sociais ao compartilhar as profundas diferenças que percebeu no dia a dia ao se mudar para o Sul do Brasil. Harisson Davi, que trocou o Rio de Janeiro por Santa Catarina, detalhou como a mudança de estado transformou sua percepção sobre segurança, limpeza e convivência em espaços públicos.

A trajetória de Harisson fora do território carioca começou após sua aprovação em um concurso do Exército Brasileiro. Ele estudou, passou na seleção e se formou sargento. Como primeira etapa dessa jornada, escolheu morar em Apucarana, no Norte do Paraná, onde viveu por oito anos. A transição definitiva para o solo catarinense ocorreu em 2021, quando aceitou uma proposta de trabalho em um curso preparatório e fixou residência em Balneário Camboriú, no Litoral Norte do estado.

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Realidade do RJ

Ao relembrar o cotidiano na capital fluminense, o professor destacou hábitos e problemas urbanos que eram frequentes em sua rotina anterior, mas que deixaram de fazer parte do seu dia a dia após a mudança.

“Cara, você vê, é sujeira na rua, é gente falando alto o tempo inteiro. Você não consegue sair sem ser abordado por várias pessoas te pedindo coisas. É flanelinha quando você vai estacionar o carro em determinados lugares”, relatou Harisson.

Realidade em SC

Entre os pontos que mais chamaram sua atenção em Balneário Camboriú, a facilidade e a tranquilidade ao estacionar o veículo em áreas movimentadas ganharam relevância. Segundo o docente, a ausência da cobrança informal por vagas de garagem e ruas públicas foi uma surpresa marcante.

“Eu já parei o meu carro em vários lugares. Eu nunca fui cobrado, abordado por um flanelinha. Seja próximo a um evento, seja próximo a um shopping, seja próximo a minha igreja, seja próximo a um restaurante, por exemplo”, explicou.

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Diante do contraste vivenciado entre as duas regiões do país, o professor concluiu seu relato deixando um conselho direto para quem planeja visitar ou morar no estado catarinense:

“Se algum dia você for vir para cá, venha com a certeza que você vai ver algo diferente.”

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