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Procon de Itajaí aponta alta nos combustíveis e variação de até R$ 1,76 entre dinheiro e cartão

Levantamento realizado em 46 postos da cidade revela alta na maioria dos insumos e reforça a importância de comparar preços e formas de pagamento antes de abastecer. Fotos: Ilustração / Magnific

Procon de Itajaí aponta alta nos combustíveis e variação de até R$ 1,76 entre dinheiro e cartão
Foto: Reprodução
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O Procon de Itajaí divulgou o levantamento mensal de preços dos combustíveis automotivos referente ao mês de setembro. A fiscalização percorreu 46 estabelecimentos do município no último dia 14 para mapear os valores praticados na cidade. Em comparação com os dados registrados em agosto de 2026, a maioria dos insumos apresentou alta no preço médio, com exceção do Gás Natural Veicular (GNV), que manteve estabilidade.

A gasolina comum registrou leve acréscimo de 0,08%, subindo de R$ 6,64 para R$ 6,65. A versão aditivada seguiu a mesma tendência, passando de R$ 6,81 para R$ 6,82 (alta de 0,18%). O etanol comum teve reajuste de 0,82%, evoluindo de R$ 4,24 para R$ 4,28.

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As maiores elevações do período foram registradas no segmento do óleo diesel:

  • Diesel comum: aumento de 2,34% (de R$ 6,72 para R$ 6,88)
  • Diesel S-10: alta de 2,11% (de R$ 7,00 para R$ 7,15)
  • GNV: permaneceu sem alteração, fixado na média de R$ 5,19

Variação de preços nas bombas

Considerando os pagamentos efetuados em dinheiro, os fiscais identificaram margens amplas entre o menor e o maior valor praticado nos postos de Itajaí:

CombustívelMenor Valor (Dinheiro)Maior Valor (Dinheiro)
Gasolina ComumR$ 6,27R$ 6,79
Gasolina AditivadaR$ 6,27R$ 7,09
Etanol ComumR$ 3,99R$ 5,19
Diesel ComumR$ 6,09R$ 7,85
Diesel S-10R$ 6,59R$ 7,89

Atenção às formas de pagamento

O levantamento também destacou que a escolha da modalidade de pagamento causa forte impacto no bolso do consumidor. A maior disparidade por litro foi registrada no diesel comum: uma diferença de R$ 1,76 entre o menor preço à vista e o maior valor cobrado no cartão de crédito. No etanol, a oscilação por essa condição atingiu R$ 1,20 por litro, enquanto na gasolina aditivada a variação chegou a R$ 0,90.

O órgão de proteção orienta que a diferenciação de preços por forma de pagamento é permitida pela legislação vigente, mas exige transparência das empresas: a informação sobre os prazos e descontos praticados deve estar ostensiva e visível ao cliente antes da prestação do serviço.

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