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“Horda que flerta com o fascismo”: senador do PT ataca a direita no Senado ao comemorar a vitória de Lula

Na tribuna, Humberto Costa (PT-PE) disse que “o que a democracia não suporta é o flerte com o protonazismo” e cobrou que a direita abandone “esse caminho”

2º turnoApuração do 2º turno, domingo às 17hFlávio × Lula voto a voto, no Brasil, em SC, nas 5.570 cidades e no exteriorAcompanhar →
“Horda que flerta com o fascismo”: senador do PT ataca a direita no Senado ao comemorar a vitória de Lula
Foto: Reprodução
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O senador Humberto Costa (PT-PE) usou a tribuna do Senado nesta terça-feira (3) para comemorar a vitória de Lula no segundo turno e atacar a direita. No discurso, o petista chamou a “alternativa autoritária” derrotada em 25 de outubro de “uma horda que flerta com o fascismo, despreza as instituições e ataca o resultado das urnas”.

Humberto Costa disse que o primeiro turno foi “um puxão de orelhas merecido” para o governo. Segundo o senador, o eleitor separou a crítica à gestão do “risco que tinha diante de si” e concluiu que “um governo com defeitos” era “imensamente melhor do que a alternativa autoritária”.

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Em seguida, o petista afirmou que o país precisa de oposição e de “uma direita forte”, mas impôs condições. “O que a democracia não suporta é o flerte com o protonazismo, a mentira industrializada e o ataque às urnas”, disse Humberto Costa.

O senador também cobrou uma mudança da direita brasileira. “Que a direita brasileira possa ter a grandeza de abandonar esse caminho e se reagrupar em torno de pautas lícitas, com sinergia popular verdadeira. Eu serei o primeiro a debater com ela de peito aberto nesta Casa”, afirmou.

Humberto Costa disse ainda que nenhum presidente foi eleito quatro vezes pelo voto popular e que a vitória de Lula “não foi um cheque em branco”. Para o petista, o resultado “exige uma refundação do governo e da forma de governar”.

O discurso foi feito antes da sessão que analisa a PEC da Segurança Pública. O texto do governo põe o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) na Constituição e não trata da maioridade penal.

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O PL apresentou destaque para incluir na PEC a emenda do senador Rogério Marinho (PL-RN), que reduz a maioridade penal para 16 anos e para 14 em crimes graves. Os senadores catarinenses Esperidião Amin (PP) e Jorge Seif (PL) assinam a emenda como coautores. A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), chamou a maioridade de “corpo estranho à PEC”, e o governo Lula diz ter votos para derrubar a mudança.

© Jornal Razão. Reprodução permitida com crédito e link para a matéria original: jornalrazao.com/politica/humberto-costa-horda-fascismo-direita-vitoria-lula

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