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“Vassoura no lombo”: argentino reclama de milho por R$ 150 e ganha “brinde” em Balneário Camboriú

O episódio envolve um turista argentino e uma família que trabalha com vendas de milho verde cozido. Segundo o relato que circulou inicialmente, o homem teria sido cobrado em R$ 150 por produtos adquiridos no local, o que motivou a reclamação.

“Vassoura no lombo”: argentino reclama de milho por R$ 150 e ganha “brinde” em Balneário Camboriú
Foto: Reprodução
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Uma briga registrada na faixa de areia da praia de Balneário Camboriú (SC), no Litoral Norte de Santa Catarina, viralizou nas redes sociais e colocou novamente em evidência os conflitos entre turistas e comerciantes que atuam na orla.

O episódio envolve um turista argentino e uma família que trabalha com vendas de milho verde cozido. Segundo o relato que circulou inicialmente, o homem teria sido cobrado em R$ 150 por produtos adquiridos no local, o que motivou a reclamação. A discussão evoluiu rapidamente, terminou em agressões físicas e foi gravada por pessoas que estavam na praia, gerando forte repercussão.

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Após a divulgação das imagens, a filha da comerciante se manifestou. Em um comentário que alcançou milhares de curtidas, ela afirma que o turista entrou no quiosque acusando a família de roubo e chamando os responsáveis de ladrões. De acordo com o relato, o homem teria se exaltado ao exigir explicações sobre o pagamento e, durante a discussão, agredido a mãe dela com um tapa na cabeça.

Ainda segundo a jovem, a agressão contra a mãe provocou a reação imediata de familiares e funcionários da barraca, que partiram para cima do turista. Ela sustenta que não houve cobrança de R$ 150 e afirma que o valor correto teria sido R$ 30, alegando que a família possui comprovantes da transação e outras provas.

Apesar da versão apresentada, a repercussão nas redes sociais segue majoritariamente crítica aos barraqueiros no modo geral. Muitos internautas afirmam que a situação deveria ter sido resolvida com a chamada da Polícia Militar e reforçam que nenhuma discussão comercial justifica agressão física. Outros apontam que episódios semelhantes têm se repetido em Balneário Camboriú e em outros destinos turísticos do país, envolvendo preços considerados abusivos e constrangimento de clientes.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre o registro de boletim de ocorrência ou sobre medidas adotadas pelos órgãos de segurança.

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