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Adolescente de 15 anos atropela idosa na faixa de pedestres com moto elétrica

Atropelamento em Jaraguá do Sul, envolvendo moto elétrica conduzida por menor, reforça debate sobre regras mais rígidas para veículos autopropelidos em Santa Catarina.

Adolescente de 15 anos atropela idosa na faixa de pedestres com moto elétrica
Foto: Reprodução
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O atropelamento registrado nesta semana em Jaraguá do Sul, envolvendo uma moto elétrica conduzida por uma adolescente de 15 anos, reforça a urgência de regras mais rígidas para o uso de veículos autopropelidos em Santa Catarina. Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que a jovem, aparentemente acima da velocidade permitida e sem capacete, atinge uma mulher de 60 anos que atravessava a faixa de pedestres. A vítima foi socorrida e permanece hospitalizada.

Casos como este têm se multiplicado em diferentes cidades catarinenses, envolvendo patinetes elétricos, bicicletas motorizadas e motos elétricas. A combinação de alta velocidade, falta de equipamentos de segurança e condutores inexperientes tem gerado um aumento significativo no número de acidentes.

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Diante desse cenário, municípios como Balneário Camboriú e Tijucas vêm adotando medidas mais duras. O Decreto nº 12.547/2025, assinado pela prefeita Juliana Pavan, proíbe a condução desses veículos por menores de 16 anos e impõe regras como uso obrigatório de capacete, luz dianteira acesa mesmo durante o dia, limite de 20 km/h em ciclovias e ciclofaixas, além de campainha e sinalização completa. Em Tijucas, normas semelhantes foram implementadas, incluindo a restrição de idade e a exigência de equipamentos de segurança, visando reduzir o número de ocorrências envolvendo pedestres e ciclistas.

A regulamentação busca justamente evitar tragédias como a de Jaraguá do Sul, organizando o trânsito e protegendo pedestres, ciclistas e os próprios usuários dos autopropelidos. Ao estabelecer idade mínima e exigir dispositivos de segurança, as autoridades pretendem reduzir o risco de colisões e atropelamentos, que muitas vezes têm consequências graves.

Especialistas alertam que, sem fiscalização efetiva e conscientização, as novas regras podem não surtir efeito. O caso de Jaraguá do Sul é um exemplo claro: uma condutora menor de idade, sem cumprir exigências básicas de segurança, acabou provocando um acidente que poderia ter sido evitado.

A tendência é que cada vez mais cidades catarinenses adotem legislações semelhantes, unificando padrões de circulação e garantindo que a mobilidade elétrica cresça de forma responsável. Enquanto isso, famílias e usuários devem se conscientizar de que, embora esses veículos sejam práticos e modernos, exigem o mesmo cuidado e responsabilidade que qualquer outro meio de transporte.

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