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Conhecido como um dos “faraós do bitcoins” do Brasil, golpista é preso em Florianópolis

Na noite desta terça-feira (28), foi preso Cláudio Barbosa, conhecido como um dos "faraós do bitcoins" do país, no bairro Jurerê Internacional, em Florianópolis. A ação foi realizada por policiais da viatura de área do bairro, que, após receberem uma denúncia e realizarem investigações, conseguiram localizar e prender o fugitivo por volta das 21h.

Conhecido como um dos “faraós do bitcoins” do Brasil, golpista é preso em Florianópolis
Foto: Reprodução
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Na noite desta terça-feira (28), foi preso Cláudio Barbosa, conhecido como um dos “faraós do bitcoins” do país, no bairro Jurerê Internacional, em Florianópolis. A ação foi realizada por policiais da viatura de área do bairro, que, após receberem uma denúncia e realizarem investigações, conseguiram localizar e prender o fugitivo por volta das 21h.

Cláudio, procurado desde 2022 e perseguido pela Polícia Federal, levava uma vida de luxo em Florianópolis. As investigações indicam que ele usava empresas de fachada e “laranjas” para ocultar a origem de dinheiro proveniente de operações fraudulentas que liderava na Trust Investing.

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Com antecedentes criminais por roubo e envolvimento em esquemas de pirâmide, Cláudio movimentava dinheiro ilícito através de uma empresa de uniformes pertencente à sua ex-esposa, residente no interior do Rio Grande do Sul. Ele adquiriu pelo menos quatro carros de luxo, registrando-os em nome da empresa, da ex-mulher, do filho e da tia dela, de 78 anos.

Em São Paulo, Cláudio também registrou um carro de luxo no valor de R$ 140 mil no nome de uma suposta amante que não possui habilitação, não trabalha, não estuda e recebe auxílio emergencial. Dois dias após a operação contra a Trust Investing, essa mulher vendeu o veículo. Além disso, ele registrou em nome dela um terreno avaliado em R$ 252,3 mil, localizado em Presidente Prudente (SP).

Segundo o Ministério Público Federal, está evidente que os recursos utilizados nessas aquisições eram de origem ilícita.

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Fonte: Sérgio Guimarães.

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