Discussão por falta de luz em Camboriú vira caso de polícia
Até mesmo um falso major da PM se envolveu na ocorrência
Por Equipe Jornal Razão·30 dez 2023·4 min de leitura·Atualizado há 2 meses
Foto: Reprodução
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Um desentendimento entre vizinhos por conta de um disjuntor de energia terminou em agressões físicas e ameaça com simulacro de arma na noite desta sexta-feira (30), na Avenida Santo Amaro, bairro São Francisco, em Camboriú.
A Polícia Militar foi acionada por volta das 23h, para atender a ocorrência envolvendo quatro indivíduos. Tudo começou devido à necessidade dos moradores de acessar o disjuntor de energia, localizado na propriedade do empresário, para reestabelecer a eletricidade após uma queda.
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De acordo com a Polícia Militar, os moradores, uma mulher de 53 anos e o filho de 33 anos, apresentavam lesões leves após um confronto com dois homens, de 48 e 42 anos. O mais velho, proprietário de uma empresa ao lado do condomínio, e seu funcionário, foram acusados pelas vítimas de serem os agressores.
A situação se agravou quando os moradores, sem encontrar o empresário, arrombaram o portão para acessar o disjuntor. Quando o proprietário e seu funcionário chegaram para reparar o portão, uma discussão se iniciou, culminando em agressões físicas. A intervenção de um funcionário da Celesc ajudou a acalmar os ânimos.
Além disso, um homem de 44 anos, alegando ser major da Polícia Militar, desceu do condomínio portando um simulacro de arma longa, visando ameaçar o empresário. A arma foi identificada pela polícia como sendo de airsoft. Este homem foi acusado de falsa identidade e porte de simulacro de arma.
Embora o SAMU tenha sido acionado, não houve necessidade de hospitalização para nenhuma das partes envolvidas. Um Termo Circunstanciado foi lavrado, e os envolvidos se comprometeram a comparecer em juízo na Comarca de Camboriú. O simulacro de arma foi apreendido pela polícia.