Morador de rua é preso pela 38ª vez em Floripa e PM faz descoberta “surpreendente”
Uma prisão ocorrida esta semana no Centro de Florianópolis gerou indignação entre policiais militares e reforçou a percepção de impunidade no enfrentamento da criminalidade urbana. O homem identificado como Gabriel foi detido por policiais do 4º Batalhão da Polícia Militar pela 38ª vez, acumulando registros de furto em todos os meses de 2025. Durante a … Ler mais
Por Equipe Jornal Razão·16 mai 2025·4 min de leitura·Atualizado há 1 ano
Foto: Reprodução
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Uma prisão ocorrida esta semana no Centro de Florianópolis gerou indignação entre policiais militares e reforçou a percepção de impunidade no enfrentamento da criminalidade urbana. O homem identificado como Gabriel foi detido por policiais do 4º Batalhão da Polícia Militar pela 38ª vez, acumulando registros de furto em todos os meses de 2025.
Durante a abordagem, registrada em vídeo, os policiais demonstraram surpresa ao consultar o sistema e confirmar que Gabriel tinha nada menos do que 37 boletins de ocorrência anteriores — todos por furto. Em um dos trechos da conversa, os agentes questionam a reincidência: “Em março, foi o quê? Em fevereiro, em janeiro, em dezembro… Todo mês tu tem um furto, pô. Todo mês, pô, mês. Todo mês.”
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O caso chamou a atenção não apenas pelo número impressionante de registros, mas pela constatação de que o suspeito continua cometendo crimes e retornando às ruas. Mesmo após ser flagrado em mais um furto — desta vez, a invasão de um terreno para subtrair telhas de construção —, Gabriel admitiu a prática e afirmou, de forma quase resignada: “É B.O., senhor. Me levaram lá e me soltaram.”
As declarações e o comportamento do homem evidenciam um cenário preocupante. O indivíduo não é natural de Florianópolis e vive atualmente em situação de rua.
Policiais destacaram que o trabalho de abordagem, identificação e prisão está sendo feito, mas a reincidência expõe os limites da atuação policial.
Este não é um caso isolado. A capital catarinense tem registrado episódios frequentes de violência e furtos envolvendo pessoas em situação de rua, agravando a sensação de insegurança, especialmente na região central da cidade. Enquanto isso, a população e os agentes de segurança seguem reféns de um ciclo aparentemente sem fim.