“Moradores” atacam a PMSC com tijoladas após operação matar traficante em Floripa
Um homem morreu após ser baleado durante um confronto com a Polícia Militar no Morro do Quilombo, em Florianópolis, na noite desta quarta-feira (11). A ocorrência foi registrada na Rua da Represa, região conhecida como ponto de intenso tráfico de drogas. De acordo com informações da guarnição do Tático 3367, os policiais faziam patrulhamento pela … Ler mais
Por Equipe Jornal Razão·12 jun 2025·4 min de leitura·Atualizado há 1 ano
Foto: Reprodução
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Um homem morreu após ser baleado durante um confronto com a Polícia Militar no Morro do Quilombo, em Florianópolis, na noite desta quarta-feira (11). A ocorrência foi registrada na Rua da Represa, região conhecida como ponto de intenso tráfico de drogas.
De acordo com informações da guarnição do Tático 3367, os policiais faziam patrulhamento pela área quando, ao subirem a rampa de concreto que dá acesso ao local conhecido como “B3” (Boca nº 3), foram surpreendidos por um homem armado correndo em direção à equipe.
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Ainda segundo a PM, os policiais deram ordem de parada com o comando verbal de “parado, polícia”, mas o suspeito teria feito menção de atirar, levantando a arma na direção da guarnição. Diante da suposta ameaça iminente, um dos policiais efetuou quatro disparos, atingindo o suspeito.
O homem caiu ao solo ainda com vida, e o socorro foi imediatamente acionado. No entanto, equipes do Corpo de Bombeiros constataram o óbito ainda no local. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) também esteve presente.
Com o suspeito, os policiais encontraram uma bolsa preta contendo 42 gramas de cocaína, 83 gramas de maconha, 84 gramas de crack, 13 comprimidos de ecstasy e uma pistola Arex Delta, carregada com cinco munições.
População atira pedras e tiros contra guarnição
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Logo após o confronto, a situação na comunidade ficou tensa. Enquanto a guarnição aguardava os socorristas e os órgãos competentes para a perícia, populares começaram a lançar pedras contra os policiais e a viatura. Também foram ouvidos disparos de arma de fogo vindos da parte superior do morro.
Diante da hostilidade, a equipe solicitou apoio de outras guarnições. Para conter os ataques, foi necessário o uso de granadas de mão, munições de impacto controlado (elastômero) e lançadores de granadas automáticos.
Mesmo com a chegada do reforço — incluindo o Tático do 21° Batalhão e equipes do Batalhão de Choque — os ataques continuaram. As agressões só cessaram após a mobilização de diversas viaturas especializadas. Durante os trabalhos da Polícia Civil e do Instituto Geral de Perícias (IGP), novas pedras foram lançadas contra os agentes que atuavam na parte alta da comunidade.
Ao final da ocorrência, a equipe do Tático se deslocou até a Central de Polícia da Capital, onde entregou o material apreendido.
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Até o momento da finalização do boletim de ocorrência, o homem morto no confronto não havia sido identificado.