Operação Viga Mestra investiga ameaças e agressão contra fiscais de obras escolares em SC
Mandados foram cumpridos em imóveis ligados ao suspeito; duas armas registradas em nome do filho foram encontradas durante as buscas.
Por Equipe Jornal Razão·17 jun 2026·4 min de leitura·Atualizado há 2 meses
Foto: Reprodução
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A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou, nesta terça-feira (16), a Operação Viga Mestra para cumprir mandados de busca e apreensão em imóveis ligados a um homem investigado por ameaças, agressão física e possível posse irregular de arma de fogo contra servidores públicos estaduais.
Segundo a investigação, os alvos das ameaças seriam servidores da Secretaria de Estado da Educação responsáveis pela fiscalização, acompanhamento e execução de contratos de obras em escolas da rede pública estadual. Os agentes públicos atuavam na supervisão de reformas, ampliações e construções de unidades escolares.
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De acordo com a Polícia Civil, os fatos teriam ocorrido em razão da atividade funcional dos servidores, que relataram ameaças recorrentes, intimidações e comportamentos considerados hostis durante o exercício das funções de fiscalização técnica das obras.
As apurações indicam que houve uma escalada de violência por parte do investigado, culminando em uma agressão física contra um servidor da Secretaria de Estado da Educação. Também foram registradas ameaças relacionadas à execução e fiscalização dos contratos das obras públicas.
Durante a operação, policiais cumpriram mandados de busca em endereços residencial e empresarial vinculados ao investigado. A ação contou com apoio do Canil Central da Polícia Militar para auxiliar na localização de armas, munições e outros materiais de interesse para a investigação.
Nas buscas, foram encontradas duas armas longas registradas em nome do filho do investigado, que possui registro de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC).
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Segundo a Polícia Civil, a operação teve como objetivo garantir a segurança dos servidores envolvidos na fiscalização das obras escolares, assegurar o exercício das atividades da administração pública e reunir provas para o avanço das investigações.
O caso segue sob investigação e o suspeito responderá pelos fatos apurados no inquérito policial.