Pastor catarinense detido por atos de 8 de janeiro é libertado após três meses
O Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu alvará de soltura para o pastor blumenauense Dirlei Paiz, detido em agosto pela operação Lesa Pátria, relacionada aos eventos de 8 de janeiro em Brasília. Sua liberação ocorreu na noite desta quinta-feira, 7, segundo informações do seu advogado de defesa, Jairo Santos. Dirlei, que agora irá responder ao processo em liberdade, foi um dos líderes das manifestações pró-Bolsonaro em Blumenau e foi preso em 17 de agosto.
Por Equipe Jornal Razão·7 dez 2023·3 min de leitura·Atualizado há 2 anos
Foto: Reprodução
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O Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu alvará de soltura para o pastor blumenauense Dirlei Paiz, detido em agosto pela operação Lesa Pátria, relacionada aos eventos de 8 de janeiro em Brasília. Sua liberação ocorreu na noite desta quinta-feira, 7, segundo informações do seu advogado de defesa, Jairo Santos. Dirlei, que agora irá responder ao processo em liberdade, foi um dos líderes das manifestações pró-Bolsonaro em Blumenau e foi preso em 17 de agosto.
A operação Lesa Pátria investiga crimes como abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, danos qualificados, associação criminosa, incitação ao crime, destruição de bens protegidos e crimes relacionados à lei de terrorismo. Os suspeitos desta fase são acusados de promover o movimento denominado “Festa da Selma”, um codinome usado para referir-se às invasões planejadas.
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O termo “Festa da Selma” servia para convocar simpatizantes, organizar transporte e compartilhar instruções detalhadas para as invasões. Havia orientações para evitar levar idosos e crianças, se preparar para confrontos com a polícia e adotar termos belicosos como “guerra”, “ocupar o Congresso” e “derrubar o governo”.
O caso do pastor Dirlei Paiz e a operação Lesa Pátria continuam sob análise, destacando a complexidade dos eventos de 8 de janeiro e as implicações legais e políticas que se seguiram.