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Quem fez isso? Câmeras de segurança podem revelar responsável por enforcar Rottweiler em Chapecó

Imagens de videomonitoramento de uma casa próxima ao parque no bairro Efapi estão sob análise da Polícia Civil; animal de 30 kg foi encontrado preso por correntes. Fotos: Polícias Civil e Científica

Quem fez isso? Câmeras de segurança podem revelar responsável por enforcar Rottweiler em Chapecó
Foto: Reprodução
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A Polícia Civil de Santa Catarina instaurou um inquérito para apurar a morte de uma cachorra da raça Rottweiler, encontrada sem vida em um parque às margens da Rua Palmitos, no bairro Efapi, em Chapecó. O caso é tratado como suspeita de maus-tratos contra animais e segue sob intensa investigação para esclarecer as circunstâncias do ocorrido e identificar os responsáveis.

Segundo as informações registradas no boletim de ocorrência, a cachorra era uma fêmea adulta de porte grande, pesando cerca de 30 quilos, e mantinha um bom estado nutricional, sem qualquer sinal de desnutrição. O cenário encontrado pelas equipes policiais, no entanto, aponta para uma dinâmica violenta: o animal estava preso pela própria coleira e por uma corrente, apresentando fortes indícios de ter sido enforcado no local.

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Perícia descarta envenenamento

Logo após a localização do corpo, a Polícia Civil isolou a área no parque e acionou a Polícia Científica para a realização da perícia técnica. Durante os exames preliminares na estrutura corporal do animal, os peritos identificaram um ferimento na região ventral.

Contudo, a análise inicial constatou que a lesão possui características antigas, não tendo relação direta com a causa da morte. A perícia também não encontrou, em um primeiro momento, elementos que indicassem envenenamento. O corpo da cachorra permanece sob a responsabilidade dos peritos, que conduzem exames complementares para confirmar com precisão o que provocou o óbito.

Câmeras podem identificar autor do crime

Paralelamente aos laudos periciais, as diligências policiais buscam reconstruir os momentos que antecederam o crime. Durante as varreduras na região, os investigadores identificaram uma residência localizada na rua aos fundos do parque que conta com sistema de videomonitoramento. As imagens gravadas pelas câmeras serão analisadas para tentar descobrir quem conduziu o animal até o parque e o que exatamente aconteceu antes de sua morte.

Uma das principais hipóteses trabalhadas pela investigação é a de que a cachorra possa ter sido transportada até o local e intencionalmente enforcada. Embora a suspeita ainda precise de confirmação técnica e testemunhal, a Polícia Civil segue em campo colhendo provas para esclarecer a dinâmica dos fatos e responsabilizar criminalmente quem cometeu o ato.

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