Uma brincadeira sobre aquelas situações em que o chefe resolve “colocar a mão na massa” e acaba precisando ainda mais da equipe viralizou nas redes sociais de um supermercado de Indaial, no Vale do Itajaí.
O vídeo foi produzido pelo Supermercado Bellwan e traz o “Seu Chico” no papel do patrão que percebe uma fila grande e decide assumir um dos caixas para ajudar os funcionários. A ideia parece simples. Na prática, porém, ele não consegue avançar muito sem chamar alguém.
“Ô Silvana, eu vou abrir esse caixa aqui porque a fila tá grande, tá?”, anuncia no começo da esquete.
A partir daí, praticamente cada nova etapa do atendimento exige a ajuda de um funcionário. Seu Chico pergunta como fazer consulta no sistema, quer saber o código de uma fruta, tem dúvida para identificar uma tangerina e, pouco depois, precisa chamar Silvana novamente para cancelar uma operação.
“Ô Silvana, cancela aqui de novo, Silvana”, diz.
A brincadeira continua enquanto o suposto reforço começa a distribuir tarefas justamente para quem ele pretendia ajudar. Ele chama uma funcionária para embalar as compras, pede auxílio para colocar moedas no caixa, solicita que produtos sejam devolvidos e ainda manda outro funcionário levar as compras de um cliente.
A graça da encenação está justamente na inversão: quanto mais o patrão tenta ajudar, mais funcionários precisa mobilizar para conseguir cumprir tarefas comuns da rotina do supermercado.
No fim, quando Seu Chico finalmente parece disposto a continuar no caixa, surge mais um pedido.
“Seu Chico, tô precisando de você lá no açougue, vai pra lá?”
A resposta encerra a esquete: “Meu Deus, ninguém deixa eu ajudar aqui”.
Publicado nas redes sociais do estabelecimento, o vídeo brinca com a relação entre patrão e equipe e transforma situações do cotidiano de um supermercado em humor.
Na legenda, o próprio Bellwan resumiu a proposta: “Quando o Sr. Chico resolve dar uma força no caixa… a fila anda, mas do jeito dele”.
Sem tentar retratar uma situação real de dificuldade no atendimento, a gravação é uma encenação produzida pelo estabelecimento justamente para fazer graça com aquela figura clássica do chefe que resolve ajudar em tudo — mas precisa perguntar aos funcionários como se faz praticamente cada coisa.














