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Vereador preso pelo GAECO é solto menos de 24h depois, em Joinville

O vereador Mauricinho Soares (MDB), implicado na Operação Profusão, foi solto na tarde desta quinta-feira (30) após pagamento de fiança. A liberação do parlamentar, que havia sido preso em flagrante na mesma manhã por porte ilegal de arma, foi confirmada pelo delegado regional da Polícia Civil de Joinville, Rafaello Ross. Soares passou por uma audiência de custódia e efetuou o pagamento de R$ 12 mil para obter sua liberdade.

Vereador preso pelo GAECO é solto menos de 24h depois, em Joinville
Foto: Reprodução
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O vereador Mauricinho Soares (MDB), implicado na Operação Profusão, foi solto na tarde desta quinta-feira (30) após pagamento de fiança. A liberação do parlamentar, que havia sido preso em flagrante na mesma manhã por porte ilegal de arma, foi confirmada pelo delegado regional da Polícia Civil de Joinville, Rafaello Ross. Soares passou por uma audiência de custódia e efetuou o pagamento de R$ 12 mil para obter sua liberdade.

A prisão ocorreu em meio à investigação sobre um esquema de desbloqueio fraudulento de Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs) suspensas. Durante a operação, foi encontrada uma arma calibre 38 na residência do vereador.

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A Polícia Civil identificou que Mauricinho Soares tinha relações próximas com um funcionário terceirizado do Ciretran-Joinville, figura central no esquema fraudulento. Segundo o delegado Pedro Alves, Soares utilizava sua posição para legitimar o esquema e atrair motoristas para o serviço ilegal.

A investigação revelou que um funcionário do Ciretran-Joinville, ao roubar a senha de um colega, inseriu dados falsos no sistema do Detran, possibilitando a reativação de CNHs suspensas. Em três meses, 59 motoristas conseguiram reaver o direito de dirigir, mas estima-se que até 100 pessoas possam ter sido beneficiadas pelo esquema, incluindo motoristas de outras regiões e estados.

Pedro Alves destacou que um dos motoristas beneficiados possuía mais de 240 pontos em sua CNH. O delegado mencionou que ainda é necessário investigar se os motoristas pagavam pelo serviço ilegal.

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