VÍDEO: Polícia Penal invade a Favela do Siri, em Florianópolis, e prende “chefona” do crime
Uma mulher apontada como liderança do tráfico de drogas na comunidade conhecida como Favela do Siri, no bairro Ingleses, Norte da Ilha, foi presa na manhã desta sexta-feira (13), durante a Operação Decápodas, deflagrada pela Polícia Penal de Santa Catarina. Coordenada pelo Núcleo de Busca e Recaptura (RECAP), a ação teve como foco o cumprimento … Ler mais
Por Equipe Jornal Razão·13 jun 2025·4 min de leitura·Atualizado há 1 ano
Foto: Reprodução
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Uma mulher apontada como liderança do tráfico de drogas na comunidade conhecida como Favela do Siri, no bairro Ingleses, Norte da Ilha, foi presa na manhã desta sexta-feira (13), durante a Operação Decápodas, deflagrada pela Polícia Penal de Santa Catarina.
Coordenada pelo Núcleo de Busca e Recaptura (RECAP), a ação teve como foco o cumprimento de um mandado de prisão decorrente da regressão de regime. A detida, que usava tornozeleira eletrônica, havia descumprido as condições impostas pela Justiça e, segundo investigações, seguia envolvida com o armazenamento, fracionamento e distribuição de drogas na região.
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A ofensiva contou com a atuação de 12 policiais penais e foi realizada sem resistência, mesmo em uma área considerada de alta complexidade e com presença consolidada do crime organizado. Conforme apurado, a mulher ocupava posição estratégica na rede criminosa local.
A Diretoria de Inteligência e Informação (DINF), da Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania (SEJURI), vinha monitorando a movimentação da suspeita há semanas. O trabalho resultou na revogação do benefício do regime mais brando e na emissão do novo mandado de prisão.
Após a prisão, a mulher foi conduzida à Central de Plantão Policial da Capital e, em seguida, transferida ao Presídio Feminino de Florianópolis, onde permanece à disposição da Justiça.
De acordo com a Polícia Penal, a operação é parte de uma atuação contínua do RECAP para localizar e recapturar alvos com ligação direta com o crime organizado, fortalecendo o papel estratégico da instituição na segurança pública, tanto dentro quanto fora das unidades prisionais.