Tijucas tem manifestação de professores neste sábado: grupo “SOS Educação” exige melhorias na rede municipal
Professores de Tijucas protestam por melhores condições de trabalho e valorização da categoria neste sábado (14). Grupo pede estrutura, respeito e pagamento justo.
Coluna Lenha na FogueiraPor Lorran Barentin14 jun 2025 · 5 min de leitura · Atualizado há 1 ano
Foto: Reprodução
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Professores e servidores da rede municipal de ensino realizaram uma manifestação neste sábado (14), em Tijucas, para cobrar melhores condições de trabalho e valorização da categoria. O ato foi organizado pelo movimento “SOS Educação de Tijucas”, que reúne mais de 300 membros em um grupo de WhatsApp e mantém uma presença ativa nas redes sociais.
Durante a mobilização, os manifestantes empunharam faixas e cartazes com frases como “Lutamos por direitos, não por privilégios” e “Quem educa merece respeito e dignidade”. Além disso, reivindicaram publicamente melhorias nas estruturas físicas das escolas, fornecimento de materiais adequados, pagamento de horas excedentes e respeito ao que está previsto na Lei Orgânica do Município.
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Entre as pautas apresentadas estão:
Salas de aula com estrutura e dignidade;
Materiais didáticos e de educação física; Formação e capacitação para profissionais da educação;
Valorização salarial de auxiliares de sala e AVs;
Soluções para a superlotação nas salas;
Ar-condicionado funcionando nas unidades escolares;
Cumprimento da carga horária prevista por área;
Pagamento por aulas excedentes.
Em uma das publicações nas redes sociais, o grupo reforçou que o movimento é apartidário e não possui vínculo com aumento de salários de vereadores ou disputas políticas locais. Os professores também criticaram o que classificaram como atitudes desrespeitosas vindas de membros da atual gestão municipal, destacando que a mobilização é pela educação pública e por quem atua dentro das salas de aula.
O protesto contou ainda com a participação de professores aposentados, que também manifestaram contrariedade ao possível desconto previdenciário de 14% sobre seus vencimentos, conforme apontado em outra frente de insatisfação com a administração municipal.
Segundo os organizadores, novas ações devem ocorrer nos próximos dias, até que o diálogo com o poder público avance em direção a medidas concretas.