“Se a moda pega”: comerciante viraliza com cobrança inusitada de megafone em condomínio de SC
Vídeo gravado em Criciúma mostra comerciante chamando um suposto devedor pelo nome em frente a um condomínio. Valor e origem da dívida não foram divulgados.
Por Equipe Jornal Razão·8 ago 2026·5 min de leitura·Atualizado há 10 dias
Foto: Reprodução
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Uma cobrança nada discreta viralizou nas redes sociais em Santa Catarina. Em Criciúma, um comerciante foi até a frente de um condomínio residencial e usou um megafone para chamar um homem identificado no vídeo como “João”, apontado por ele como suposto devedor.
As imagens foram publicadas pelo perfil Repasse Criciumense, empresa do ramo automotivo da cidade. Do lado de fora do residencial, o comerciante começa a chamar pelo homem e questiona, em alto e bom som, se ele pretende acertar a suposta dívida.
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“João, vai pagar ou tu vai ficar enrolando meu amigo? Vai botar a cara na janela aí?”, diz em um dos momentos da gravação.
Sem conseguir chegar até o apartamento, a cobrança continuou pelo megafone. O comerciante ainda afirma que os vizinhos já estavam acompanhando a movimentação e diz que pretendia tornar a situação conhecida por quem morava no local.
“Vamos botar na praça, para os vizinhos todos saberem”, afirma. Em seguida, volta a chamar: “João, aparece aí, cara!”.
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A abordagem pouco convencional rapidamente virou motivo de brincadeira entre os internautas. “Se a moda pega”, comentou uma pessoa. Outra escreveu: “Vamo pagar as conta, João”. Houve até uma moradora da região que afirmou ter ouvido a cobrança do apartamento ao lado.
O próprio perfil responsável pela publicação entrou no clima dos comentários. Quando um internauta chamado João brincou dizendo “Eu vou pagar! Fique tranquilo”, a página respondeu: “Bora pagar, velhaco!”.
Apesar da repercussão, não foram divulgados o valor nem a origem da suposta dívida. Também não há informações sobre a versão do homem citado no vídeo, sobre eventuais negociações anteriores entre as partes ou sobre outras circunstâncias envolvendo a cobrança.
E a principal dúvida deixada pelo vídeo continua sem resposta: não foi informado se, depois da visita com megafone e plateia involuntária de vizinhos, a conta acabou sendo acertada.