Cansaço ao volante: vigilante dorme após plantão, destrói frente de carro e trava o trânsito em Florianópolis
Trabalhador cochilou no retorno para casa e causou forte retenção na SC-401 e na Beira-Mar Norte na manhã desta sexta-feira; acidente com moto agravou o caos. Fotos: GMF/Reprodução
Por Equipe Jornal Razão·21 ago 2026·4 min de leitura·Atualizado há 1 h
Foto: Reprodução
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Um início de manhã caótico movimentou o trânsito nos principais acessos do Centro e do Norte da Ilha, em Florianópolis. Por volta das 6h40, desta sexta-feira (21), um motorista dormiu ao volante e colidiu frontalmente contra a base de sustentação de uma placa de sinalização na Avenida da Saudade, via de acesso direto à Avenida Beira-Mar Norte.
Segundo a Guarda Municipal de Florianópolis (GMF), o condutor trabalha como vigilante noturno e voltava para casa após o turno de trabalho quando cochilou ao volante. Apesar do forte impacto, que amassou a frente do Fiat Palio e exigiu o acionamento de um guincho, o motorista não se feriu e nenhum outro veículo foi atingido.
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Bloqueio e filas quilométricas
Para o atendimento da ocorrência e a remoção do veículo, duas faixas no sentido Beira-Mar Norte e bairro Trindade precisaram ser bloqueadas. O local só foi completamente liberado cerca de uma hora depois, por volta das 7h40.
A interrupção coincidiu com o início do horário de pico, gerando um efeito cascata no tráfego. Às 7h40, o aplicativo Waze já apontava mais de 8 km de congestionamento. O reflexo atingiu em cheio a rodovia SC-401, que registrou trânsito lento até a altura do complexo Square SC.
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Acidente com moto ampliou o travamento
Para complicar ainda mais o fluxo na região, um segundo acidente foi registrado por volta das 8h na Rodovia José Carlos Daux (SC-401), no sentido Norte da Ilha. Uma queda de moto nas proximidades do supermercado Giassi paralisou o tráfego no trecho.
O motociclista foi socorrido em estado estável, com suspeita de lesões nos membros inferiores. O impacto no trânsito se estendeu até a Avenida da Saudade e a região do elevado do Centro Integrado de Cultura (CIC), mantendo o fluxo extremamente lento na região.