“SEM GALANTIA”: Carreta entupida de produtos “made in China” é interceptada pela PRF em SC
Uma carreta carregada com centenas de caixas de produtos de origem chinesa, sem nota fiscal, foi apreendida neste sábado (31) em Concórdia, no Oeste de Santa Catarina. A abordagem ocorreu em frente à unidade operacional da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que utilizou imagens aéreas para registrar o flagrante. Segundo os agentes, o motorista do veículo … Ler mais
Por Equipe Jornal Razão·1 jun 2025·4 min de leitura·Atualizado há 1 ano
Foto: Reprodução
Publicidade
Uma carreta carregada com centenas de caixas de produtos de origem chinesa, sem nota fiscal, foi apreendida neste sábado (31) em Concórdia, no Oeste de Santa Catarina. A abordagem ocorreu em frente à unidade operacional da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que utilizou imagens aéreas para registrar o flagrante.
Segundo os agentes, o motorista do veículo não possuía habilitação de categoria “E”, exigida para conduzir veículos articulados. Ao ser questionado, o homem de 45 anos alegou que desconhecia o conteúdo da carga. Ele viajava acompanhado de um carona, de 29 anos, ambos naturais de Uruguaiana (RS).
Publicidade
Carga abarrotada
Durante a fiscalização, os policiais solicitaram a nota fiscal dos produtos, mas o condutor apresentou documentos antigos, incompatíveis com o carregamento. Na sequência, a lona do semirreboque foi retirada, revelando uma grande quantidade de caixas empilhadas, todas sem documentação regular.
As embalagens apresentavam a inscrição “made in China” e, de acordo com a PRF, continham artigos variados, como peças de vestuário, itens de perfumaria, maquiagens e utensílios diversos. A suspeita é de que a carga tivesse como destino o bairro do Brás, em São Paulo (SP), conhecido polo de comércio popular.
Encaminhamento e investigação
A carreta e toda a carga foram levadas ao pátio da Receita Federal, que ficará responsável pela contagem e identificação dos itens. A dupla poderá responder por descaminho, conforme o artigo 334 do Código Penal, já que os produtos teriam sido introduzidos no país sem a devida legalização fiscal.
A PRF não informou se a mercadoria passou por alguma fronteira recentemente, nem se há outros envolvidos na rota de transporte irregular. O caso seguirá sob análise dos órgãos federais.