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Corretores de imóveis são presos em mega operação da PF em Balneário Camboriú

Um casal de corretores de imóveis de Balneário Camboriú foi preso na manhã desta terça-feira (11) durante uma operação da Polícia Federal que apura lavagem de dinheiro vindo do tráfico de drogas. Também estão sendo cumpridas ordens judiciais de sequestro de bens na ordem de R$ 150 milhões.

Corretores de imóveis são presos em mega operação da PF em Balneário Camboriú
Foto: Reprodução
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Um casal de corretores de imóveis de Balneário Camboriú foi preso na manhã desta terça-feira (11) durante uma operação da Polícia Federal que apura lavagem de dinheiro vindo do tráfico de drogas. Também estão sendo cumpridas ordens judiciais de sequestro de bens na ordem de R$ 150 milhões.

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De acordo com a PF, o casal seria responsável por comprar, manter e ocultar os imóveis comprados pelos líderes da quadrilha, que estão foragidos da Justiça desde 2019, quando tiveram a prisão decretada na Operação Alba Vírus. “Tais corretores, além de intermediarem a maioria das aquisições de imóveis da organização, gerenciavam a administração desses bens”, dia a polícia.

Desde as primeiras horas da manhã estão sendo cumpridos seis mandados de busca e apreensão em imóveis localizados na região de Balneário Camboriú. Ao todo, uma lancha, oito carros de luxo, 41 caminhões, 10 imóveis em São Paulo e 19 propriedades em no Litoral Norte de SC são alvo de sequestro por decisão da Justiça.

A ORIGEM DO CASO

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A Polícia Federal diz que o casal líder do esquema atuava com o tráfico internacional de drogas a partir da Baixada Santista. Em 2018, o grupo veio para Santa Catarina. O grupo enviava cocaína ao exterior através dos portos de Santos (SP), Paranaguá (PR) e Navegantes (SC). Em 2019, a prisão dos líderes foi determinada e parte da organização acabou presa, mas a dupla fugiu.

A PF sustenta que o casal teria estruturado um grupo com o fim específico de ocultação do patrimônio e lavagem de dinheiro resultante do tráfico. Para isso criaram empresas de transporte sem atividade efetiva, adquirindo um patrimônio de alto valor no Litoral Norte de Santa Catarina. Os investigados vão responder pelos crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa, cujas penas somadas podem chegar a 18 anos de prisão. Com informações do nsctotal.

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