GAECO caça casal líder de facção que lavava dinheiro ostentando vida de luxo em Itapema
Na manhã desta segunda-feira (26), o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) de Santa Catarina cumpriu cinco mandados de busca e apreensão em apoio ao Ministério Público do Paraná. Também foram expedidos dois mandados de prisão temporária, mas os alvos seguem foragidos. Operação Ruína A operação, batizada de Ruína, cumpre 66 … Ler mais
Por Equipe Jornal Razão·27 mai 2025·4 min de leitura·Atualizado há 1 ano
Foto: Reprodução
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Na manhã desta segunda-feira (26), o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) de Santa Catarina cumpriu cinco mandados de busca e apreensão em apoio ao Ministério Público do Paraná.
Também foram expedidos dois mandados de prisão temporária, mas os alvos seguem foragidos.
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Operação Ruína
A operação, batizada de Ruína, cumpre 66 mandados de busca e apreensão, 52 mandados de busca pessoal e 16 mandados de prisão temporária nos estados de Santa Catarina, Paraná e São Paulo.
O objetivo é combater uma organização criminosa, supostamente envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
Casal ostentava vida de luxo em Itapema
Em Itapema (SC), um casal foi alvo dos mandados, mas não foi localizado. O homem, apontado como chefe da organização criminosa, negociava diretamente a venda de drogas e indicava contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas para movimentar os valores.
De acordo com o Ministério Público, a esposa dele também possui atuação destacada no esquema. O casal ostenta um padrão de vida elevado no litoral catarinense, sem qualquer atividade lícita que justifique os rendimentos.
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O que foi apreendido
No imóvel do casal, o GAECO apreendeu eletrônicos e documentos que devem reforçar as provas na investigação.
Ação conjunta
A operação contou com atuação conjunta do GAECO de Santa Catarina, Paraná e São Paulo, além do apoio do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) da Polícia Militar. A tropa garantiu a segurança dos agentes e a preservação das provas coletadas.
Investigação segue em sigilo
O processo segue em segredo de justiça. Assim que os autos se tornarem públicos, novas informações poderão ser divulgadas.