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Homem deu R$ 5 e levou criança de 8 anos para matagal em Palhoça; menino ficou 1h desaparecido

Criança sumiu enquanto andava de bicicleta e reapareceu uma hora depois ao lado de um desconhecido; a Polícia Militar registrou o caso como tentativa de estupro de vulnerável.

Homem deu R$ 5 e levou criança de 8 anos para matagal em Palhoça; menino ficou 1h desaparecido
Foto: Reprodução
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Um homem ainda não identificado ofereceu R$ 5 a um menino de 8 anos e levou a criança até uma área de mata no bairro Bela Vista, em Palhoça (SC), na Grande Florianópolis. A Polícia Militar registrou a ocorrência como estupro de vulnerável na forma tentada.

O menino brincava de bicicleta na rua quando sumiu de vista. O pai percebeu o desaparecimento e, junto com outros moradores do bairro, saiu às ruas para procurar pela criança. A primeira suspeita era de que o menino tivesse sido levado à força, e o chamado à polícia chegou como sequestro.

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Cerca de uma hora depois, a criança reapareceu acompanhada de um homem adulto, de idade mais avançada, branco e de barba, que aparentava estar embriagado. O pai abordou o desconhecido e questionou o que ele fazia ao lado do filho. Segundo o relato do pai, o homem não deu explicação e apenas pedia desculpas pela situação. Ele deixou o local antes da chegada da polícia.

Ouvido separadamente, o menino contou uma versão que mudou o rumo da ocorrência. Ele disse que o homem o convidou para acompanhá-lo até uma área de mata e ofereceu R$ 5 em dinheiro. A criança aceitou e foi junto.

Já dentro do matagal, o menino relatou que ficou com medo e disse que queria voltar para casa. O homem não o impediu de sair. Foi assim que a criança conseguiu retornar sozinha até o ponto onde o pai e os vizinhos ainda faziam buscas.

Com base nesse relato, a Polícia Militar concluiu que não se tratava de sequestro, mas de uma tentativa de atrair a criança para a prática de ato libidinoso. O caso foi enquadrado como estupro de vulnerável na forma tentada, já que os atos executórios não chegaram a ser iniciados.

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O autor não estava mais no local quando a polícia chegou e segue sem identificação. O registro da ocorrência foi feito com base nas características físicas descritas pelo pai e pela criança.

A identidade do menino e de sua família não é divulgada porque a lei protege vítimas menores de idade em crimes de natureza sexual.

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