Homem persegue van escolar e aponta réplica de arma para crianças em SC
Um episódio envolvendo uma suposta ameaça com arma assustou alunos que estavam em uma van escolar em Araranguá, no Sul de Santa Catarina, nesta sexta-feira (16). O caso, que rapidamente repercutiu nas redes sociais, acabou tendo desdobramentos em Santa Rosa do Sul, onde o autor foi localizado. De acordo com a Polícia Civil, tudo começou … Ler mais
Por Equipe Jornal Razão·17 mai 2025·4 min de leitura·Atualizado há 1 ano
Foto: Reprodução
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Um episódio envolvendo uma suposta ameaça com arma assustou alunos que estavam em uma van escolar em Araranguá, no Sul de Santa Catarina, nesta sexta-feira (16). O caso, que rapidamente repercutiu nas redes sociais, acabou tendo desdobramentos em Santa Rosa do Sul, onde o autor foi localizado.
De acordo com a Polícia Civil, tudo começou quando o motorista do transporte escolar procurou a delegacia para denunciar que um veículo Chevrolet Celta havia seguido a van na BR-101 e, em determinado momento, um dos ocupantes teria apontado uma arma em direção às crianças. Assustadas, algumas delas desceram da van chorando e visivelmente abaladas.
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O caso mobilizou policiais civis de municípios vizinhos, que conseguiram identificar e abordar o suspeito. Durante o interrogatório, o homem alegou que não se tratava de uma arma verdadeira, mas sim de uma réplica de plástico. Ele afirmou que teria agido em “tom de brincadeira”, reagindo a gestos obscenos supostamente feitos por alguns dos estudantes que estavam na parte traseira da van.
Segundo o delegado Jorge Ghiraldo, da Central Regional de Plantão Policial (CRPP), o homem confessou o ato e demonstrou arrependimento.
— Ele acabou confessando que foi um ato impensado. Algumas crianças teriam feito um gesto obsceno na traseira do ônibus e, ele em tom de brincadeira, levantou a réplica. As crianças entraram em pânico por acreditarem que se tratava de uma arma de verdade — explicou o delegado.
O objeto foi apreendido e o homem responderá por meio de um termo circunstanciado. Ainda conforme a Polícia Civil, o fato de ter ocorrido com os veículos em movimento e na BR-101 agravou a percepção de risco.
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Apesar de o autor ter alegado que a intenção era apenas brincar, o susto entre os estudantes gerou indignação entre pais e responsáveis. A situação acende um alerta sobre os limites do que se pode considerar “brincadeira” quando envolve crianças, trânsito e réplicas de armas.