Jovem do Pará é executado a tiros em Joinville e amigos revelam ameaças de facção criminosa
Um jovem natural do Pará foi executado a tiros na noite desta quarta-feira (14) em Joinville, no Norte de Santa Catarina. O crime ocorreu na rua Plutão, no bairro Jardim Paraíso, e é tratado como homicídio doloso consumado. A PMSC encontrou o homem baleado em frente a uma residência. Ao chegar ao local, a guarnição … Ler mais
Por Equipe Jornal Razão·15 jan 2026·4 min de leitura·Atualizado há 7 meses
Foto: Reprodução
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Um jovem natural do Pará foi executado a tiros na noite desta quarta-feira (14) em Joinville, no Norte de Santa Catarina. O crime ocorreu na rua Plutão, no bairro Jardim Paraíso, e é tratado como homicídio doloso consumado.
A PMSC encontrou o homem baleado em frente a uma residência. Ao chegar ao local, a guarnição encontrou José Tadeu Gonçalves dos Santos, natural do Pará, sentado em uma cadeira, ensanguentado e ainda com vida. O SAMU foi acionado, mas o óbito foi confirmado por volta das 20h.
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Diante da confirmação da morte, o local foi isolado e a ocorrência passou a ser acompanhada pela Polícia Civil e pela Polícia Científica, que realizaram os trabalhos periciais.
Testemunhas que estavam com a vítima relataram que dois homens chegaram de bicicleta, pararam em frente ao portão e um deles desceu, entrou no terreno e efetuou quatro a cinco disparos, principalmente na região do rosto. Após os tiros, os suspeitos fugiram de bicicleta no sentido da rua Urânio.
Um amigo da vítima contou à polícia que José Tadeu vinha recebendo ameaças há cerca de dois meses por meio de mensagens no Instagram. Segundo ele, as ameaças poderiam estar relacionadas a conflitos entre as facções criminosas PCC e PGC, já que Tadeu supostamente teria amizade com pessoas ligadas à facção criminosa catarinense (PGC).
A namorada do amigo confirmou a dinâmica do crime e descreveu a roupa de um dos atiradores, que usava bermuda branca e casaco preto. O outro suspeito estaria com camiseta marrom ou bege e calça preta.
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Durante a perícia, foi apreendido um projétil de calibre .38, além de uma porção de maconha encontrada com a vítima. O telefone celular de José Tadeu também foi recolhido e encaminhado à Polícia Científica, já que pode conter registros das supostas ameaças mencionadas pelas testemunhas.
Rondas foram realizadas na região indicada, mas nenhum suspeito foi localizado até o momento. O caso segue sob investigação da Delegacia de Homicídios, que apura a autoria, a motivação do crime e a possível ligação com organizações criminosas.