Onda de furtos e roubos preocupa moradores em Tijucas
Em Tijucas, a onda de furtos e roubos tem crescido diariamente, deixando a população local em alerta e clamando por medidas eficazes das autoridades competentes. Casos de roubos recorrentes em residências, furtos em oficinas e até caminhões levados durante a noite tornam a insegurança um problema que não pode ser ignorado.
Por Equipe Jornal Razão·27 set 2023·4 min de leitura·Atualizado há 2 anos
Foto: Reprodução
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Em Tijucas, a onda de furtos e roubos tem crescido diariamente, deixando a população local em alerta e clamando por medidas eficazes das autoridades competentes. Casos de roubos recorrentes em residências, furtos em oficinas e até caminhões levados durante a noite tornam a insegurança um problema que não pode ser ignorado.
Em uma rua conhecida como Tide Casqueiro, uma residência foi arrombada e furtada três vezes em menos de um mês. Moradores já vivem sob o espectro constante do medo. Enquanto isso, empresas não estão imunes. Jeferson, gestor da operação da REF em Santa Catarina, desabafou sobre o arrombamento que resultou em um prejuízo estimado entre R$20.000 e R$30.000. “É uma situação bem constrangedora; estamos batalhando todos os dias”, lamentou.
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A situação é ainda mais complicada pelo fato de Tijucas contar atualmente com um dos menores efetivos policiais de sua história. Em épocas passadas, com uma população de 30 mil habitantes, a cidade possuía cerca de 60 policiais. Agora, mesmo com o dobro da população, o efetivo foi reduzido pela metade, para cerca de 30 policiais.
O problema se estende também para os veículos. Na rua Petronilho Ávila, um morador teve seu caminhão, que estava estacionado em frente à sua residência, levado durante a madrugada. Até mesmo roupas em varais não estão a salvo dos furtos que assolam o município.
Diante desse cenário alarmante, há um clamor generalizado por ações concretas por parte das autoridades locais e do estado de Santa Catarina. “Pedimos que a prefeitura e os órgãos competentes deem uma atenção melhor nesta questão de segurança, porque está ficando bem complicado”, reforça Jeferson.