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Paraense solta o verbo e critica conterrâneos que migram para o sul: “cultura de pobreza e burrice”

O rapaz começa afirmando que, segundo ele, “a maior vergonha” é quando alguém abandona seu próprio estado apenas por dinheiro, sem qualquer mudança de comportamento.

Paraense solta o verbo e critica conterrâneos que migram para o sul: “cultura de pobreza e burrice”
Foto: Reprodução
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Um jovem paraense viralizou após publicar um desabafo duro sobre conterrâneos que deixam o Norte em busca de oportunidades no Sul do Brasil. No vídeo, ele mistura críticas pesadas, frustrações e um apelo para que parte dos migrantes mude de postura ao chegar em novos estados — especialmente Santa Catarina.

O rapaz começa afirmando que, segundo ele, “a maior vergonha” é quando alguém abandona seu próprio estado apenas por dinheiro, sem qualquer mudança de comportamento. Ele reconhece que muitos nortistas são trabalhadores que viajam para melhorar de vida, mas aponta que existe — ainda segundo seu relato — uma minoria que leva consigo “as mesmas atitudes que afundaram o lugar de onde vieram”.

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Na fala, ele cita problemas como vender voto, repetir velhos hábitos e se instalar em áreas irregulares. O jovem critica o que chama de “cultura de pobreza e burrice”, expressão que ele usa várias vezes para se referir a esse grupo específico. O discurso é provocativo e carregado de indignação, o que ajudou a impulsionar o alcance do vídeo.

Ele afirma que seria “uma falta de respeito” chegar em outro estado sem se adaptar à cultura local e ainda tentar reproduzir comportamentos que, na visão dele, contribuíram para a dificuldade social da própria região de origem. Em outro trecho, comenta episódios de invasão de áreas e relata que isso estaria acontecendo inclusive no Sul.

O jovem vai além: diz que “até concorda” com a ideia de Santa Catarina querer fechar suas fronteiras — frase que aumentou ainda mais a polêmica e acendeu discussões sobre preconceito regional, migração interna e desigualdade no país.

Nas redes, o vídeo gerou um turbilhão de opiniões. Muitos concordaram com partes do discurso, outros criticaram duramente a forma agressiva e generalizada do jovem. O tema acabou reacendendo debates antigos sobre oportunidades, respeito cultural e os desafios enfrentados por quem muda de estado em busca de uma vida mais digna.

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O desabafo ganhou força pela maneira direta e sem filtros, mas também abriu espaço para reflexões sobre como o Brasil é diverso — e como essa diversidade exige convivência, adaptação e, claro, responsabilidade de todos os lados.

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