Prefeito ameaça interditar rodovia de SC: “obra abandonada pelo governo”
A comunidade de Cocal do Sul, juntamente com as cidades vizinhas de Criciúma e Urussanga, enfrenta um cenário de incerteza e frustração devido à paralisação das obras na rodovia SC-108. O projeto, que prometia melhorar significativamente a infraestrutura e a mobilidade urbana da região, permanece inacabado, levando o prefeito Fernando de Fáveri a expressar publicamente sua insatisfação e preocupação.
Por Equipe Jornal Razão·24 jan 2024·4 min de leitura·Atualizado há 2 anos
Foto: Reprodução
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A comunidade de Cocal do Sul, juntamente com as cidades vizinhas de Criciúma e Urussanga, enfrenta um cenário de incerteza e frustração devido à paralisação das obras na rodovia SC-108. O projeto, que prometia melhorar significativamente a infraestrutura e a mobilidade urbana da região, permanece inacabado, levando o prefeito Fernando de Fáveri a expressar publicamente sua insatisfação e preocupação.
Em uma declaração feita na rádio Som Maior nesta quarta-feira (24), o prefeito Fernando de Fáveri descreveu a situação como “vergonhosa”, lamentando a inércia do governo do estado em retomar as obras, inicialmente orçadas em cerca de R$ 200 milhões. O projeto inclui a duplicação e a criação de um anel de contorno viário de Cocal do Sul, uma melhoria vital para uma região que vê passar cerca de 22 mil carros por dia.
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A promessa de retomada das obras, feita pelo governador Jorginho Mello no início de dezembro de 2023, não se materializou, alimentando a insatisfação do prefeito e da população. Fernando de Fáveri destaca a dificuldade em obter uma audiência com o governador e a falta de resposta concreta da Secretaria de Infraestrutura como pontos críticos no impasse atual.
A preocupação não é apenas local, mas regional, dado que a SC-108 não apenas atravessa o centro de Cocal do Sul, mas também serve como um corredor estratégico para o fluxo de veículos para a Serra Catarinense e cidades adjacentes. A paralisação da obra afeta diretamente o crescimento e o desenvolvimento de toda a região sul de Santa Catarina.
Em meio a esse cenário, o prefeito Fernando de Fáveri não descarta a possibilidade de fechar a rodovia como forma de protesto, uma medida extrema que reflete a gravidade da situação e o desespero por uma solução.