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Vitória de SC no STF pode garantir 874 novos policiais militares para o estado

Teve início à zero hora de hoje, 12, no Plenário Virtual do Supremo Tribunal Federal (STF), o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIn) 7481, que trata sobre o concurso para a Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC). A primeira a se manifestar foi a relatora do processo, ministra Cármen Lúcia, que votou pela continuidade do concurso. Os demais membros da Corte têm uma semana para votar.

Vitória de SC no STF pode garantir 874 novos policiais militares para o estado
Foto: Reprodução
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Teve início à zero hora de hoje, 12, no Plenário Virtual do Supremo Tribunal Federal (STF), o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIn) 7481, que trata sobre o concurso para a Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC). A primeira a se manifestar foi a relatora do processo, ministra Cármen Lúcia, que votou pela continuidade do concurso. Os demais membros da Corte têm uma semana para votar.

O início do julgamento do processo já representa uma vitória para os catarinenses, uma vez que ocorre após uma série de pedidos feitos pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE/SC) aos ministros da Suprema Corte. O concurso, cujo edital havia sido publicado em 2023, havia sido paralisado em janeiro deste ano por conta de uma liminar da própria relatora, motivada por uma manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR).

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Em seu voto, a ministra determina a revogação da liminar e o prosseguimento do concurso, com a condição de que seja vedada qualquer restrição de gênero na concorrência para a totalidade das vagas. Além disso, ela declara inconstitucional qualquer limitação do tipo em concursos futuros para provimento de vagas nas corporações militares do Estado, garantindo a igualdade de condições entre os gêneros.

Desde a suspensão do certame, a PGE/SC tem demonstrado aos ministros a importância de se liberar a continuidade dos trabalhos. Além de o Estado já ter investido mais de R$ 4 milhões para a realização do concurso, o efetivo da PMSC precisa ser reposto a fim de que os serviços essenciais que a corporação presta à população não sejam prejudicados.

Julgamento no Plenário Virtual ocorre até o dia 19 de abril

O Plenário Virtual do STF permite o julgamento colegiado de processos e incidentes por meio eletrônico. É um espaço deliberativo remoto, por meio do qual os ministros podem interagir de maneira assíncrona e registrar seus votos e manifestações durante o período de tempo da sessão virtual.

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As sessões virtuais de julgamento são realizadas semanalmente, com duração de seis dias úteis. Em geral, as sessões começam à 0h de sexta-feira e terminam às 23h59 da sexta-feira seguinte – como será o caso do julgamento da ADIn que interessa à SC.

No início da sessão, o relator lança no sistema o relatório e o voto do processo em julgamento. Em seguida, os demais ministros podem se manifestar, com quatro opções de voto: acompanhar o relator; acompanhar com ressalva de entendimento; divergir do relator; ou acompanhar a divergência.

Também atuam neste caso, além do procurador-geral do Estado, Márcio Vicari, os procuradores do Estado André Emiliano Uba e Daniel Rodriguez Teodoro da Silva – este lotado na Procuradoria Especial de Brasília da PGE/SC.

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