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em Coluna Lenha na Fogueira

“Vai morrer vaca”: deputada Júlia Zanatta é alvo de ataques de ‘jornalista’ após projeto contra vacina obrigatória

Foto de Por equipe <span style="color:#1877F2; font-weight:700;">Jornal Razão</span>

Por equipe Jornal Razão

Publicado em 04/06/2025 13h31 | Atualizado há 340 dias
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Ativista da esquerda e defensor de Lula, Reinaldo Azevedo usa ironia com “vaca” e “flores na cabeça” para atacar a deputada Júlia Zanatta.

O jornalista Reinaldo Azevedo, hoje um dos principais ativistas da extrema esquerda no Brasil e defensor declarado do governo Lula, virou alvo de críticas ao usar expressões como “vaca”, “boi”, “imunização do rebanho” e “flores na cabeça” para atacar publicamente a deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC).

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Durante seu programa O É da Coisa, na BandNews FM, Reinaldo fez duras críticas aos projetos de lei apresentados por Zanatta que propõem o fim da obrigatoriedade da vacinação no país. Porém, ao invés de debater as ideias, Azevedo partiu para o sarcasmo pessoal, com falas que muitos consideraram ofensivas, especialmente contra uma mulher conservadora.

“Por que é que a Júlia Zanatta não torna facultativa a vacinação de vaca, de boi? Aposta na imunização do rebanho, senhora… Mas aí vai dar prejuízo pra sua turma, né? Vai começar a morrer vaca. Os importadores não vão querer comprar. Propõe vacinação opcional das vacas que eu quero ver, com essas suas eloquentes flores na cabeça.” — disparou o jornalista.

O tom do comentário foi entendido por aliados da deputada como um ataque disfarçado de ironia, com insinuações que associam a parlamentar a termos como “vaca” e “gado”, além da citação debochada ao seu visual — já que Zanatta frequentemente usa flores ou acessórios no cabelo em eventos públicos.

Júlia Zanatta apresentou os projetos PL 2641/2025 e PL 2643/2025, que estabelecem o direito à recusa da vacinação, inclusive para crianças, e propõem punição para qualquer tipo de coerção, direta ou indireta, relacionada à vacinação. A proposta ganhou repercussão após o caso de uma família de Cunha Porã, em Santa Catarina, que teve os passaportes e a CNH suspensos por não vacinar o filho de um ano e dois meses contra a Covid-19.

A deputada tem acompanhado o caso de perto e classificou a decisão do TJSC como “coação estatal disfarçada de legalidade”. Em suas redes sociais, defendeu o direito dos pais à recusa e alertou sobre o avanço do controle estatal sobre a vida privada das famílias brasileiras.

Ataque da esquerda ao conservadorismo

A fala de Reinaldo Azevedo ocorre num contexto mais amplo: a tentativa da esquerda de deslegitimar parlamentares conservadores que defendem liberdade, autonomia familiar e responsabilidade individual. Hoje atuando como uma das vozes mais engajadas a favor do governo Lula, Reinaldo abandonou sua antiga postura crítica ao PT para se tornar defensor da esquerda institucional, inclusive promovendo entrevistas elogiosas ao presidente e atacando adversários com o mesmo fervor de militante.

Aliados de Júlia Zanatta afirmam que a fala de Azevedo revela o desprezo da elite midiática progressista por mulheres de direita, e acusam o comentarista de ter ultrapassado os limites do debate público ao recorrer a ofensas veladas com conotação sexista e moralista.

O que está em jogo

O episódio escancara um cenário preocupante: quem hoje ocupa os microfones da grande imprensa pode atacar, ironizar e desrespeitar parlamentares eleitos democraticamente — desde que estejam no campo conservador. Quando isso vem da boca de um aliado do governo Lula, o silêncio institucional só reforça a hipocrisia de quem diz defender a tolerância.

Para muitos, Reinaldo Azevedo deixou de ser um jornalista e passou a atuar como um militante disfarçado de comentarista político — usando o sarcasmo para atacar adversários e blindar seus aliados.

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