Condenada por “atos golpistas” de 8 de janeiro cumprirá pena em SC
Cristiane da Silva, moradora de Balneário Camboriú (SC), cumprirá pena em regime semiaberto por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão foi assinada pelo ministro Alexandre de Moraes na terça-feira (10), e prevê que a ré seja encaminhada a uma colônia penal em Santa Catarina. A definição sobre qual unidade prisional receberá Cristiane caberá … Ler mais
Por Equipe Jornal Razão·13 jun 2025·4 min de leitura·Atualizado há 1 ano
Foto: Reprodução
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Cristiane da Silva, moradora de Balneário Camboriú (SC), cumprirá pena em regime semiaberto por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão foi assinada pelo ministro Alexandre de Moraes na terça-feira (10), e prevê que a ré seja encaminhada a uma colônia penal em Santa Catarina.
A definição sobre qual unidade prisional receberá Cristiane caberá à Secretaria de Estado de Justiça e Reintegração Social de Santa Catarina, que será responsável por indicar o local do cumprimento da pena.
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Cristiane foi condenada em fevereiro deste ano pelos crimes de incitação ao crime — com animosidade contra os Poderes Constitucionais e as Forças Armadas — e associação criminosa, em decorrência da participação nos atos golpistas registrados em 8 de janeiro de 2023, em Brasília. A pena inicial previa um ano de reclusão em regime aberto, 20 dias-multa (com valor de meio salário mínimo por dia) e pagamento de R$ 5 milhões por danos morais.
Antes da condenação, em julho de 2024, a 1ª Vara Criminal de Balneário Camboriú comunicou o rompimento da tornozeleira eletrônica que Cristiane usava. Com base no episódio, o ministro Alexandre de Moraes decretou sua prisão preventiva.
Após a condenação, Cristiane fugiu para a Argentina e, posteriormente, para os Estados Unidos, onde permaneceu até ser deportada. Ela foi presa ao desembarcar no Aeroporto Internacional de Fortaleza, no Ceará, em 25 de maio de 2025. Com o descumprimento das condições impostas inicialmente, o STF agravou o regime da pena para o semiaberto.
A defesa de Cristiane da Silva não se manifestou até o momento. O espaço segue aberto para posicionamento.