Mulher chama homem de “estuprador” e caso termina em troca de socos e chutes em terminal de Joinville
Conforme a PMSC, o caso foi registrado como violência doméstica e o casal foi conduzido à delegacia em viaturas separadas. As acusações feitas durante a briga seguem sob apuração.
Por Equipe Jornal Razão·22 jun 2026·4 min de leitura·Atualizado há 1 mês
Foto: Reprodução
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Um vídeo gravado no Terminal do Itaum, em Joinville (SC), na noite de domingo (21), mostra um casal trocando acusações e partindo para a agressão física na área de circulação de passageiros. Nas imagens, os dois trocam socos e chutes, enquanto funcionários do terminal tentam intervir para conter a confusão e separar os envolvidos.
Durante a discussão, o casal troca acusações em meio ao tumulto. A mulher chama o homem de “estuprador”, e ele rebate em seguida: “por que tu não me matou se eu sou estuprador”. A troca de ofensas continua enquanto os dois seguem se agredindo dentro do terminal.
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A movimentação tomou conta do espaço e assustou quem passava pelo local. Diante do tumulto, a Polícia Militar de Santa Catarina e a Guarda Municipal de Joinville foram acionadas e foram até o terminal para controlar a situação e atender a ocorrência.
ASSISTA AO VÍDEO
As imagens foram registradas por populares no local e divulgadas pelo perfil @portal47_.
Conforme a PMSC, o caso foi registrado como violência doméstica, no âmbito da Lei Maria da Penha. Uma solicitante relatou à central que uma mulher havia sido agredida pelo companheiro dentro do terminal e pediu ajuda, permanecendo no local à espera das equipes para o registro do boletim de ocorrência.
Segundo o relato policial, ao chegar a guarnição encontrou a Guarda Municipal de Joinville já no local, que assumiu o atendimento. A Polícia Militar deu apoio na condução: a mulher foi levada à delegacia por uma guarnição e o homem por outra, ambos em viaturas separadas.
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De acordo com informações preliminares repassadas no local, o homem possui passagens policiais antigas, mas teria cumprido integralmente as penas determinadas pela Justiça. Ainda conforme esses relatos, a mulher estaria com um mandado de prisão preventiva em aberto, o que será verificado oficialmente pelas autoridades.
Os dois foram encaminhados à delegacia, onde foram realizados os procedimentos cabíveis. As circunstâncias da briga e as acusações feitas durante a discussão seguem sob apuração pelas autoridades competentes.