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Polícia prende seis suspeitos de golpe do bilhete premiado que causou prejuízo de R$ 120 mil

Após receber R$ 120 mil, grupo ainda teria exigido outros R$ 80 mil da vítima mediante ameaças

Polícia prende seis suspeitos de golpe do bilhete premiado que causou prejuízo de R$ 120 mil
Foto: Reprodução
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Seis pessoas foram presas durante uma operação da Polícia Civil contra um grupo investigado por aplicar o chamado “golpe do bilhete premiado”. A ação foi realizada na sexta-feira (4) em cidades de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. A investigação começou após uma vítima perder R$ 120 mil em Joinville.

Batizada de Operação Rota Interrompida, a ação cumpriu seis mandados de prisão e oito de busca e apreensão em Itajaí e Bombinhas, em Santa Catarina, Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, e Macaé, no Rio de Janeiro. As ordens judiciais foram solicitadas durante a investigação conduzida pela Delegacia de Combate a Estelionatos de Joinville.

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O caso que deu origem à investigação aconteceu em abril deste ano, no bairro Bucarein. Segundo a Polícia Civil, a vítima foi abordada por um homem que dizia possuir um bilhete de loteria premiado.

Durante a abordagem, um segundo suspeito entrou em cena e se apresentou como médico. De acordo com a investigação, ele teria participado da encenação para dar credibilidade à história e convencer a vítima de que receberia parte do suposto prêmio.

A vítima acabou transferindo R$ 110 mil aos envolvidos e entregou outros R$ 10 mil em dinheiro, totalizando um prejuízo de R$ 120 mil.

A Polícia Civil apurou ainda que, depois do golpe, os suspeitos teriam tentado conseguir mais dinheiro da vítima. Segundo a investigação, o grupo passou a exigir outros R$ 80 mil e teria feito ameaças relacionadas à vida pessoal dela.

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Além das prisões e buscas, a Justiça determinou o bloqueio das contas bancárias dos investigados. A medida busca preservar valores que possam ser utilizados para ressarcir o prejuízo causado à vítima.

A operação foi coordenada pela Delegacia de Combate a Estelionatos, vinculada ao Departamento de Investigações Criminais de Joinville, e contou com apoio da 2ª Delegacia de Polícia de Passo Fundo.

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